domingo, 16 de outubro de 2016

Retrato: Tony Stark

Saudações, adoráveis visitantes!
Tudo bom com vocês? Espero que sim. Como prometido, estou de volta com desenho novo. Mas de quem? Do cara que sem a armadura é gênio, playboy, milionário e filantropo! Estamos falando em Tony Stark, brilhantemente interpretado por Robert Downey Jr.

Eis o resultado final, mas vejam abaixo como foi o processo.

Esboço, a base de tudo... 

Marcando levemente as partes onde haverá sombra... 

Antes de começar a passar o 6B, usei uma caneta esferográfica sem tinta como boleador para fazer os fios brancos. Pois é, boleador não é o tipo de material fácil de se encontrar, então tive que recorrer à gambiarra.

 Ganhando forma...

Acho que os olhos ficaram um pouco grandes...ou é impressão minha O.O 

E... aqui temos o uso do esfuminho na pele. 



Materiais usados:
Lápis 2B, 4B e 6B
Esfuminho tamanhos 1 e 6
Caneta esferográfica sem tinta
Borracha comum.
Papel A4 140g/m²
Lapiseira 0,5

E aí, o que acharam? Comentem, critiquem, façam a sua sugestão para o próximo desenho. ^^

domingo, 9 de outubro de 2016

Crônicas de Wagner Krieg: Dor de cabeça

Saudações, ilustres visitantes!
Estou de volta, fazendo mais uma postagem escabrosa. Mostrando um pouco do que é o ser humano por dentro. Contando um pouco das coisas que acontecem no dia a dia de Wagner Krieg, o perturbado secretário de escola. Semana que vem estarei de volta com os desenhos. Agora divirtam-se!


Dor de cabeça.

Pra variar, Wagner Krieg está cheio de trabalho pra fazer e a cada instante aparece alguém pedindo algo, mas desta vez era uma criança.
— Tio, liga pra minha mãe.
Por que eu deveria ligar?
— Eu tô com dor de cabeça.
Faz muito tempo que sua cabeça ta doendo?
— Não, começou agora na entrada...
Sei como é, basta eu por os pés aqui para a minha cabeça começar doer também. Fique sentado ali naquele banco que eu vou ligar pra seus pais.
Wagner abre os arquivos e procura o prontuário do aluno.
Alô, bom dia. Aqui é da escola Khan-il, o Barruan tá com dor de cabeça, alguém precisa busca-lo.
— Mas eu acabei de sair dai, já tenho que voltar?!
Sim, volte se não quiser ver seu filho morto e esquartejado!
— An? O que disse?
A ligação ‘tá ruim, eu disse desmaiado.
— Ah tá, já tô indo.
Wagner desliga o telefone e se dirige ao menino que...  está pulando no banco:
Oh seu fii d’uma égua! Você não ‘tava com dor de cabeça e agora ‘tá ai saltitando?
— Mas eu 'tô com dor de cabeça, tio.
Eu não sou seu tio! Agora sente o rabo nesse banco senão vou aí te dar umas porradas!
— Se me bater eu conto pro meu pai.
Eu ‘tô pouco me lixando pro seu pai ou pra porcaria do estatuto da criança. Arrebento você, seu pai, sua mãe, sua avó e ainda faço parecer que foi acidente.
— Ta bom, tio. Eu fico quieto.
Cinco minutos depois lá está o menino pulando de novo. E o pior, cantando funk:
Vai taca, taca, taca, taca, taca, taca...
Wagner, incrédulo, ouve aquele som irritante e corre para o balcão. Olha para um lado, olha pro outro. Não tem ninguém passando, nenhuma testemunha. Vai até o moleque e lhe dá um tapão no pé do ouvido. Ele rodopia e cai feito um saco de batatas.
Minutos depois chega o pai do menino.
— Vim buscar o Barruan, sou o pai dele.
Ah sim, foi bom o senhor ter vindo, a dor piorou tanto que ele não conseguiu ficar em pé. Né, Barruan?
— É, t-tio...
— Muito obrigado, já estou indo levá-lo ao médico.
De nada.
Antes de ir embora, Wagner faz um sinal pro Barruan ficar quieto. Parece que a mensagem finalmente foi entendida. Como dizia um certo professor: "O silêncio é fundamental."


Até a próxima!

domingo, 2 de outubro de 2016

Retrato: Kiara

Saudações, caros visitantes!
Como já devo ter mencionado anteriormente, estou sem muito tempo para fazer postagens, até mesmo desenhos. Mas mesmo assim ainda tenho algumas cartas na manga. Alguns de vocês já devem ter visto os desenhos que irei mostrar hoje pelos facebooks da vida... Enfim, vale a pena ver de novo.


O melhor que eu consegui de uma foto 3x4.

Esse eu fiz a pedido de uma colega da minha irmã. Até hoje não pagou. Já comentei sobre isso em outra postagem. Arte é uma coisa que todo mundo gosta e até elogia, mas poucos levam a sério e quase ninguém está disposto a pagar por ela. 


Minha sobrinha neta.

Já esse eu fiz de espontânea vontade mesmo, minha sobrinha neta, mas que pra mim é sobrinha também. ^^  Como podem ver, são desenhos do ano passado. Naquela época não passava pela minha cabeça ter um blog, então não tirei tantas fotos das etapas dos desenhos (prática que venho adotando neste ano).


Por hoje é só. Até a próxima!

domingo, 18 de setembro de 2016

Crônicas de Wagner Krieg: Bilhete

Saudações, caros visitantes!
As postagens tem se tornado escassas neste blog. Isso é devido à falta de tempo, já que estou entrando na fase crítica da faculdade. Pois é, elaboração de TCC. Não é um bicho de 7 cabeças, mas exige muita firula teórica pra se afirmar o óbvio. Enfim, o foco aqui são os desenhos, mas enquanto não tenho algo novo a mostrar, vou mostrar meus contos baseados em fatos reais. Alguns deles foram escritos no início do ano,  in my darkest hours. O personagem central é Wagner Krieg, o secre-otário de escola mais mal humorado e depressivo.

Leiam...

Bilhete


"Cercado de papeis é onde eu me encontro. Um corpo vivo habitado por uma alma morta. Hoje é dia de reunião pedagógica, os professores estão trancados naquela sala enchendo o bucho de bolacha e vomitando paulofreireanices. O lado bom é que não tem aluno vindo aqui se queixando de dor de cabeça no dedão do pé."
Mas quando menos se espera, uma única criança adentra os portões da escola Khan-Il. O responsável havia passado de carro, desovou a cria e sumiu, como fazem sempre.
Wagner sente o seu sangue ferver:
- O que você 'tá fazendo aqui?
- Vim pra aula, tio.
- Tio é o cacete! Você não leu o bilhete? Hoje não tem aula!
- Xii... É mesmo, eu 'queci de mostrar pra minha mãe.
- Taquipariu, moleque! EU vou ter que ligar pra ela.
Wagner odeia pais de alunos, aliás, ele também odeia alunos. Sem alternativa, ele pega o telefone e liga pra mãe do menino.
- Alô, é a mãe do Kauã?
- Não, é o pai.
- Que seja! Venha buscá-lo imediatamente! De nada e boa tarde!
Wagner desabafa:
- Ah que vontade de amarrar esses pais de alunos num tronco e bater no lombo deles com a excalibur.
*excalibur = régua de madeira.
Cinco minutos depois chega o pai do aluno:
- Vim buscar o Kauã. Mas eu não fui informado que hoje não tinha aula!
- Kauã, me dá seu caderno!
Wagner folheia até achar o bilhete:
- O que é isso aqui?
Esfregando o bilhete na cara do pai.
- Tenha calma, rapaz.
- Quer saber? Eu deveria te arramar, te surrar e depois jogar sal nas suas feridas.
Wagner está ensandecido. O pai do Kauã tinha quase dois metros, mas tamanho não é documento. Wagner lhe dá uma mordida na canela.
- Seu trocador de lâmpada, nunca mais se esquecerá de olhar o caderno do seu rebento.
- Aaaaai seu louco! Vou tirar meu filho desta escola!
Wagner obriga o pai do aluno a comer uma pilha de bilhetes que ainda restava. A cena termina com sangue espirrando para todos os lados. O pai do Kauã tenta correr numa perna só, pois a outra perna ficou na escola... presa na boca de Wagner.
Moral da história: pais, leiam os bilhetes que o secretário tem o trabalho de digitar, recortar e distribuir nas salas, ou já sabem o que pode acontecer.

FIM

Por hoje é só, até a próxima!

domingo, 21 de agosto de 2016

Esquadrão Suicida: é ruim, mas é bom!

O sábado do dia 6 começou melancólico pra mim, afinal, foi o início do último semestre da faculdade de pedagorréia pedagogia. Felizmente a aula era para receber orientações quanto a um projeto de intervenção. Eu que não tinha plano nem projeto algum, fui só pra assinar a lista de presença. Então resolvo aproveitar e ir embora mais cedo. E mais, aproveitar o sábado livre e assistir o famigerado “Esquadrão Suicida” no cinema da Praia Grande.

É o seguinte, se você está na expectativa de um filme com um bom roteiro, história épica, ou com o mínimo de coerência, este filme certamente irá te decepcionar. Mas se você quer um filme para assistir com a família, ou os amigos, esse filme agradará.
“Esquadrão Suicida” tem a mesma pegada de humor que os filmes da Marvel, porém, com uma história não só clichê, como fraca. Um dos pontos positivos é a trilha sonora, que vai de Eminem à Black Sabbath e White Stripes.

Vamos lá... O governo decide montar uma equipe de supercriminosos para combater uma ameaça global. Até esse momento não se sabe qual é essa ameaça. A equipe é comandada por Amanda Waller. Essa agente do governo é a única vilã de verdade no filme. Sozinha ela faz parecer o esquadrão suicida um bando de fanfarrões. Como ajudante nessa missão, tem o soldado Rick Flag, o único mocinho do filme.


Podemos inferir que na cronologia esse filme se passa após a morte do “Supermêin” (em Batman vs Superman). Por que montar uma equipe de vilões para salvar o mundo? Porque Waller teme que o próximo super homem não tenha o mesmo caráter que o falecido super homem. Se algo der errado é só por a culpa nos bandidos.

E os vilões...
Bumerangue - sua participação no filme foi só pra encher linguiça.
Katana - não é vilã.
Amarra - Apareceu só pra morrer. Ao menos serviu pra mostrar aos demais que os chips explosivos não eram blefe.
Crocodilo - Colocou a bomba que explodiu o irmão da bruxa.
Magia - uma bruxa milenar, que de início estaria sob controle de Waller. Bastava espetar o coração dela (guardado n'uma caixa) para que ela obedecesse. Se antes aparecia suja de carvão, mais tarde aparece com visual limpo se torna a causadora da ameaça global. Aí vemos a justificativa para a reunião do esquadrão.
Coringa - sua função é resgatar a Arlequina, duas vezes. Ele que deveria ter morrido na explosão da nave, não morre. A tal Amanda Waller também, quando todos pensavam que ela teria morrido na hora que o pau taca comendo solto, no final do filme aparece vivinha da Silva.
Diablo - um "cucaracha" que tem o poder de tacar fogo em tudo, mas prefere evita usar seus poderes por remorso. No passado matou a mulher e os filhos torrados.
Pistoleiro (Will Smith) - o cara é bandido, mercenário, mata pessoas por dinheiro, cobra caro, mas é um pai exemplar.
Arlequina - doida, linda e perigosa. Sem mais.


Como eu já disse, a história central é pífia. Mas os momentos isolados salvam o filme. Outro ponto que vale a pena destacar, o romance do Coringa com a Arlequina. Pelo menos neste filme ele realmente gosta dela, diferente de outras versões em que só usa a pobre coitada.

Por hoje é só! Até a próxima.

domingo, 31 de julho de 2016

Resumo das férias

Última semana do mês resumida em uma imagem.

A tristeza está presente em todo lugar, mas nesta última semana ela veio em peso. Não. Não estou só falando pelo fim das férias, nem pela volta das aulas, nem pelo meu retorno em busca de um papel que vai dizer que estou apto a emburrecer (ainda mais) um punhado de alunos. Também não é só pelo fato de termos uma prefeitura F.D.P., em que é preciso lembrá-los de suas obrigações.  Tudo isso é triste. Porém, há tristezas maiores, como a morte de um familiar. Talvez seja um descanso para quem parte, mas tristeza para os que ficam...



...Felizmente também tivemos alegrias nessas férias!

Recentemente estreou "Procurando Dory", não tive oportunidade de assistir ainda, ou melhor, tive. Mas fui proibido de assistir pela minha sobrinha. Maass...como eu ainda não tinha nem assistido "Procurando Nemo", ela me emprestou o DVD. 
Dory feita a caneta, descompromissadamente.


Ballet
Falando em minha sobrinha, dia 16 teve apresentação de balé dela, no Palácio das Artes, em Praia Grande. Eu estava lá com a família prestigiando. Foi um belo espetáculo e ela estava linda, pra variar. Além da dança clássica no início, fomos agraciados com apresentações variadas. Seguiu-se tendo como temas músicas dos anos 60, 70, até chegar aos dias atuais, onde cada grupo deu o seu melhor.  Eu que nunca tinha frequentado nada parecido fiquei admirado. Nota 10!


Anime Friends
No dia seguinte, fomos ao Anime Friends, como você pode conferir detalhadamente nessa postagem: http://ivannardes-dreamquest.blogspot.com/2016/07/anime-friends-2016.html.
Confesso que não foi como eu esperava, mas até que me diverti e serviu pra ver como é o evento de verdade.


Desafio
E foi nessas férias que também pude concluir meu primeiro desafio de desenho. Modéstia a parte, foi um dos mais lindos e mais difíceis de fazer. Confira o desenho completo:



WK
E por último, o meu projeto WK. Trata-se de uma HQ meio sociopata. A primeira serviu como piloto para as histórias que estão por vir. Então não percam tempo e vão lá conferir essa tosqueira! Deu um trabalhão fazer e quase ninguém viu essa porcaria, então estou dando mais uma chance a vocês: http://ivannardes-dreamquest.blogspot.com/2016/07/null-toleranz.html.

 Enfim, esse foi um resumo das minhas férias.
Até a próxima!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Zilius Zox

"Com sangue e ira de um vermelho ardente;
Arrancado à força de um cadáver ainda quente;
Somado ao nosso ódio que arde infernal;
Queimaremos a todos;
Eis o destino final!"

Saudações, pessoas com grande ira no coração. A postagem de hoje está raivosa!
Esta, sem dúvida, estão sendo férias proveitosas, ao menos pra mim. Aproveitei o tempo livre pra ler uma HQ que eu tinha evitado desde a primeira vez que vi. Trata-se dos Lanternas Vermelhos. Eu já conhecia os Lanternas Verdes, os Amarelos, mas os Vermelhos não conhecia a fundo. Se você não conhece, recomendo que vá procurar.
Em resumo: Movido por uma grande ira e o desejo de vingança, motivado pelo extermínio de seu povo, Atrocitus mata seus companheiros e do sangue deles cria o lago de sangue e os anéis usados pela tropa. Basicamente, se o sujeito estiver num momento de grande raiva e por coincidência um dos anéis estiver vagando à procura de um usuário, este será o escolhido! O que acontece depois? O indivíduo não raciocina mais, só sente uma ira infinita e passa a cuspir napalm. Para mais informações clique aqui.

Fato é que se trata de uma ótima saga. Tem seus momentos tristes, quando são mostrados os motivos que os levaram a se tornar lanternas, mas também tem momentos divertidos que fazem a história valer a pena. Os personagens em destaque são Atrocitus (claro, é o boss) e Guy Gardner (o cara que mata o boss e toma seu lugar). Mas os personagens secundários também têm seu destaques, a perigosa Bleez, o vira-casaca Skallox, o gato Dex-Starr e o humano Rankorr. Ah...não posso esquecer do Zilius.

Guy Gardner abusando da ingenuidade de Zilius Zox. Á priori, os Lanternas Vermelhos não raciocinam, mas se mergulhados no lago de sangue eles são capazes de recuperar a consciência. Por isso esse tipo de zoeira é possível.

Zilius dando um "Turn down for what" em Rankorr. Pra entender melhor você tem que ler a historia. ^^

Atrocitus instruindo seu gato para manter foco na missão. Ri pra caramba dessa parte!

Segundos antes de morrer heroicamente, jogando sua nave contra a "igrejinha" de Atrocitus, Zilius finalmente descobre do que Gardner lhe chamou. Sem dúvida, é o tipo de personagem que não devia ter morrido. Mas enfim, aqui vai a minha homenagem.


 Esboço inicial e definição dos traços.

Finalização a caneta e início de colorização.

Parece um pokemon, mas não é! A referida história foi lançada em 2011 pelo título Os Novos 52,da DC Comics. Se puder, compre a revista física, porque vale a pena ter os originais. Mas se não puder, recomendo o link a seguir: http://lasquei.blogspot.com.br/search/label/Novos%2052%20Lanternas%20Vermelhos
Por hoje é só! Até a próxima.