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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

2ª Feira Pop & Arts

Saudações ilustres visitantes!
Estamos de volta com mais uma cobertura inclusiva de um evento voltado aos quadrinhos.
A bola da vez é a Feira Pop & Arts, que teve sua segunda edição no sábado 08/02. O INDQ não poderia ficar de fora.

Eu estava planejando ir de novo ao Festival Guia dos Quadrinhos. Procurei aqui e ali e não encontrei nenhuma informação a respeito para esse ano. Como bom Sherlock Holmes fui atrás. Fucei o perfil do organizador até encontrar uma postagem dele dizendo que o FGDQ (2019) havia sido o último. Fiquei chateado, mas não esmoreci. Tinha que ter outro evento pra eu ir, eu pensei. Até que fuçando o canal HQzasso, encontrei um vídeo da feira que ocorreu no ano passado. Deduzi que esse ano também teria e fui pesquisar informações sobre.

Após a confirmação iniciamos os preparativos para ida. Essa foi a primeira vez que fui pra capital dirigindo. Também foi a viagem mais longa que fiz (quebrando records). A ida foi tranquila, o tempo tava bom, o trânsito tava normal. Dentro do carro o ambiente foi ótimo. Muita conversa filosófica, sociológica e um pouco de bobagem pra descontrair. Só não interagi porque eu estava focado na direção. Por sorte havia um estacionamento próximo ao local.
Salão principal

Chegamos ao evento por volta das 11 horas e foi como eu imaginei. Havia um salão principal com artistas no centro, vendendo suas obras. Entrando no corredor ficavam os banheiros (isso é importante, sem banheiro o visitante vai se sentir obrigado a defecar no chão). No segundo espaço que ficava ao fundo tinha outras bancas, as de toalha verde estavam abertas para troca (dependendo do interesse da banca). Olhei todas e não havia muita coisa do meu interesse. Procurava por Capuz Vermelho, Lanterna Verde, Justiceiro e Vinland Saga. Algumas não achei, outras achei o que eu já tinha, ou achei o que eu não tinha, mas estava com preço elevado. Nas minhas compras eu procuro comprar sempre com desconto. Mas se você não comprar, o desconto é ainda maior, já dizia um grande economista. Mas eu não iria voltar de mãos vazias, não meu senhor, minha senhora! Levei algumas revistas para troca. Em uma das bancas consegui pegar Liga da Justica #2 e Juiz Dredd. Em outra peguei "A última caçada de Kraven". Tava imperdível.

Edson Bortolotte, um dos autores do "Histórias para não dormir"

Meus colegas já estavam um pouco entediados e decidimos aproveitar mais a viagem andando pela capital. Fomos ao Shopping e comemos um lance no Bobs. Mas eu não estava satisfeito e voltei ao evento. Em cada banca que eu ia, olhava, pegava o que me agradou e colocava no cantinho. Consegui achar "A queda de Murdock", um clássico que há muito eu cobiçava. Ainda deu tempo de pegar  "Histórias para não dormir", uma coletânea de histórias de terror inspiradas em Lovecraft. Fiz o rapaz autografar duas vezes, pois a que peguei primeiro estava massadinha. No final comprei algumas edições de Tex Platinum que estavam com preço tentador.
Minhas aquisições
Com a mochila cheia era hora de vir embora. Na saída pegamos um pouco de chuva. Ao final tudo ocorreu como o planejado. Chegamos aqui por volta das 8 horas. A Feira Pop & Arts foi bacana, pouco menor que o FGDQ, mas ainda assim com bastante variedade. Saí satisfeito e pretendo voltar na próxima edição.

terça-feira, 30 de julho de 2019

Vida longa ao Rei

Saudações, ilustres visitantes deste humilde blog que vos escreve!
Se prepare, se prepare, se prepare... (isso não sai da minha cabeça)
Se prepare, porque hoje a postagem é feita com muito esmero, diferente da última que foi feita nas coxas.
Então vamos lá!

O filme mais impactante do momento está sendo o remake do Rei Leão. Não seria para menos. Mexer com a nostalgia de milhões de crianças adultas é sempre algo delicado. De modo geral, a tendência é achar que a obra original vai ser sempre a melhor e que o "novo" vai estragar o que foi feito. É, mas nem sempre.

Nesta sexta-feita eu fui à Praia Grande, para assistir a apresentação de ballet de minha sobrinha. E aproveitando o tempo livre, passei no Shopping e não perdi a oportunidade de  assistir o filme Rei Leão.

Sobre o enredo do filme, não há muito o que falar. A história é exatamente a mesma da animação (1994). Embora alguns chamem de live-action, as personagens e os cenários são todos em CGI, extremamente realistas diga-se de passagem dando a impressão que foram usados animais de verdade. Talvez por isso, a falta de expressões não me fez falta.

Algumas diferenças que notei enquanto assistia...
O Mufasa aparece lindo, imponente, com a juba tratada a palmolive. Já o Scar, foi feito com a mesma coloração, porém, sem brilho e com um aspecto de mal cuidado. Na minha opinião, a cicatriz poderia ter sido mais evidente. Outra mudança na personalidade do vilão, se na obra original ele tinha um tom sarcástico, aqui ele está mais sombrio, exalando maldade em cada palavra mesmo falando manso.

As músicas de modo geral não me decepcionaram. Em novas versões ainda são capazes de emocionar e acionar o gatilho nostálgico da criança em cada um de nós. É o ciclo sem fiiiiiimmm... Que nos guiaraaaaaa....
A música cantada pelo Scar é diferente da original, mas ainda assim é arrepiante, começa com ele declamando os primeiros versos e vai crescendo, com as hienas cantando o refrão em côro, até chegar em um clímax impactante.



Em relação à dublagem, considerando que os escolhidos teriam de dublar e cantar, acertou em partes, pecou em outras. Positivamente eu destaco as vozes de Rodrigo Miallaret (Scar) dando uma nova abordagem ao vilão e Saulo Javam (Mufasa) emprestando seu vozeirão ao rei. Só não gostei muito da Iza dublando a Nala. Cantou muito bem a música, mas aquele sotaque carioca foi de sangrar os ouvidos: Ixcaar... Enquanto a dupla dinâmica Timão e Pumba, não foi ruim, mas ainda tenho gravado na memória as vozes originais... aí fica difícil fazer uma avaliação justa.

Ao final do filme, me levantei da poltrona satisfeito, pois valeu cada centavo. Fiquei feliz pela Disney ter respeitado o roteiro. Tendo em vista que a moda dos últimos tempos é cagar nos clássicos. Houveram pequenas mudanças, sim. Mas nada que provoque a ira das crianças adultas. Então, se tiver um tempinho, vá assistir porque é um filmaço!
Pequeno spoiler: Você não verá o Timão dançando ula-ula para distrair as hienas.

sábado, 20 de julho de 2019

Anime Friends 2019


Após um pequeno hiato, voltamos ao Anime Friends, e fomos no último dia (domingo, dia 14 de julho). Fomos em sete pessoas (Sete otakus e um destino) espremidas dentro de uma Towner velhinha. Eu fui com grande expectativa para esse evento. Já havia separado uma boa quantia para torrar em mangás. Chegamos sem problemas, o acesso ao evento foi rápido para quem comprou ingresso antecipado.
Só lamento pelo nosso colega que havia levado lanche para uma semana, mas acabou tendo de jogar fora devido a fiscalização tê-lo apanhado com produto não industrializado. O que não é permitido segundo as regras. O regulamento também não permitia entrada em trajes impróprios, mas era possível ver pessoas andando seminuas dentro do evento. Vai entender.

Eu esperava mais...
Se meu foco eram os mangás, fui eu peregrinar pelos estandes das editoras. A poderosa Panini estava dando descontos de 20%. Era possível entrar e ver os produtos nas prateleiras, haviam muitos lançamentos, um mais caro que o outro. Francamente, na internet é possível encontrar descontos mais atraentes. Eles ainda estavam promovendo um quiz e distribuindo brindes.
O estande da Newpop tinha preços mais acessíveis, mas infelizmente eram para obras que pouco me interessam (com exceção de GTO). Ao lado, tinha uma bonecão enorme de pelúcia do Kyubey, onde as pessoas podiam tirar fotos.
A JBC me decepcionou, eu até cogitei comprar o Hokuto no Ken, porém, não era permitido entrar no estande. Os interessados ficavam do lado de fora em duas filas, uma para olhar o catálogo e outra para comprar os mangás. O que deu pra fazer foi tirar uma foto em cima da moto do Akira.
A Comix tinha uma variedade maior, alguns produtos baratos (só os refugos) e outros superfaturados (difíceis de encontrar). Descontos? Só em compras acima de 100 taokeys. Valia a pena para quem estava a procura de revistas mensais. Só peguei o Capuz Vermelho Nº 1.

O que chamou minha atenção
Uma parada para o lanche e o que resta é caminhar sem rumo. Outra parada para ver a apresentação da banda Aurabreak. Na hora eu achei fosse a banda Carapuça (que esteve no AF 2017), na verdade o vocalista era o mesmo. Andei, andei, andei... até que passando por uma barraca encontrei um pacote com os mangás de Vinland Saga 1 ao 9. Consegui um desconto pagando em dinheiro. Exausto, fui procurar um lugar para descansar. Bem em frente á praça de alimentação estava rolando a luta livre. Na minha opinião, foi o melhor entretenimento do evento. Em eventos anteriores não tinha como assistir (devido a multidão se aglomerar na frente), mas foi muito legal. Alguns golpes são plasticamente bonitos de se ver.
Imagem meramente ilustrativa.
Não tirei foto das lutas, então se contente com os minions brigando.


Antes do final
Eu não podia vir embora sem antes comprar algum material independente. Comprei o "Chaos" do Felipe Folgosi. Ele foi muito simpático e até autografou o meu exemplar. Se tínhamos nos livrado dos "formandos" na entrada, na saída uma deles me deixou puto. Ficou insistindo para que eu comprasse umas bugigangas, quando eu me livrei do infeliz não sabia pra onde ir. Na volta a Towner começou a dar problema na direção e a descida da serra foi dramática. Teve gente que veio rezando.

Considerações
De todos os AFs que fui, este foi o menos atraente para mim. Minha expectativa maior era em relação aos mangás e HQs, que não foi plenamente satisfeita. O que salvou foi a luta livre. Ainda assim, serviu para matar a vontade de aventuras nas férias.
Até a próxima!

quarta-feira, 25 de julho de 2018

World Pop Festival 2018

Antes de tudo...
Desde o início do ano eu estava com a expectativa de ir ao Anime Friends. Como nos anos anteriores, iríamos de caravana organizada pelo meu amigo Elienai. Maaas... devido ao fato da nova organizadora do evento não estipular um preço estável para os ingressos das caravanas, subindo a cada lote, somados aos problemas de quase todo otaku ser pobre, nosso amigo achou por bem não organizar a caravana, já que poucos confirmariam o pagamento.

Conversa vai, conversa vem, surge o assunto de que a Yamato, criadora e organizadora (até o ano passado) do Anime Friends, após ter vendido a marca, estaria organizando um novo evento, o World Pop Festival. Com um ingresso mais barato, ou menos caro, foi proposta a idéia da caravana. Quatro dias antes de irmos, nosso amigo Elienai teve de cancelar, de novo por falta de quórum.

Meio decepcionado, decidi me aventurar pela capital, levando comigo as minhas sobrinhas. Bom, eu não poderia fazer isso sem o mínimo de planejamento. Pesquisei no Google Maps qual o metrô mais próximo da Vila Guilherme? - Carandiru e Santana. Santana soa melhor, vamos desembarcar em Santana. Mas o que fazer quando chegar lá? Aí fui obrigado a perguntar no grupo do WPF do Facebook qual ônibus pegar. Aliás, outras pessoas estavam com a mesma dúvida. Uma moça me respondeu Linha 271M-10 Parque Novo Mundo.


A ida e a chegada...
E lá fomos nós, subindo a serra cheia de nevoeiro neste domingão. A maior dificuldade mesmo era saber o ponto onde descer. Imaginei que mais gente iria ao evento e aí era só segui-los. Vi que tinha um casal no ônibus com uns apetrechos de cosplay na sacola, resolvi perguntar pra eles se sabiam onde ficava o Mart Center. Na verdade eles estavam tão perdidos quanto nós. Mas um outro passageiro também iria pra lá e tinha uma boa estratégia, ir olhando a numeração das placas. Descemos um ponto antes, mas ainda assim pertinho do local. Na entrada uma moça desistiu do evento me vendeu o ingresso dela.

Em seguida apareceu um cara meio suspeito oferecendo entrada pro evento por 50 reais. Pensei que seria ingresso mesmo, mas ele insistiu para que o seguíssemos pelos fundos do local. Já ficamos ressabiados. Fui sozinho com ele e perguntei dos ingressos, aí ele respondeu que não precisava, que era estandista e iria nos colocar dentro do evento. Lamentável! Eu disse obrigado, mas vou entrar pela porta da frente.

Primeiras impressões...
Estávamos com fome e fomos logo para a praça de alimentação ocupar umas cadeiras. Pelo que notei tinha só hambúrgueres, pasteis, pipocas e cachorro quente. Felizmente tínhamos levado nossa própria comida.
As primeiras impressões do evento não foram muito boas. O local parecia abandonado, como mato em volta, alguns banheiros estavam quebrados, as paredes sujas, iluminação precária. Imagino que tenham expulsado os mendigos um dia antes de iniciar o WPF, não sei.
Faltou um mapa para os visitantes localizarem os locais que desejariam ver. Havia um segurança na entrada, mas não houve revista. Se algum maluco resolvesse aprontar lá dentro só saberíamos depois de feito. Mas ao menos havia a presença de bombeiros.
Obs.: infelizmente não tirei fotos do evento.


Vamos ao que me interessa...
Haviam um número razoável de estandes, o meu foco eram HQs e Mangás. No primeiro barracão haviam dois, eu só olhei. No barracão dos fundos encontrei o estande da Comix, entrei e fiquei um tempão olhando a extensa variedade de produtos. Achei muita coisa que queria comprar e fui colocando na cestinha. Ao mesmo tempo que ia pesquisando os preços na internet fui devolvendo uma a uma. Os únicos produtos com desconto eram aqueles desconhecidos e encalhados, os demais estavam ou com preço de capa, ou preço inflacionado. Comix sendo Comix. Ao final levei apenas a coleção do mangá Green Blood, que estava o mesmo preço da Amazon. E algumas revistas não se encontram nas megastores: Capuz Vermelho e os Foragidos #2, Guardiões da Galáxia - O Domínio dos Reis e Deadpool Extra #4.


Outras impressões...
De tanto andar de um lado a outro comecei a ficar cansado. Sentei-me em uma das cadeiras em frente ao palco Ilustra, lá cheguei a assisti um pouco da palestra dos artistas presentes.
Recuperando as forças cheguei a assistir um pouco da luta livre que ocorria no ringue do outro lado. Como não tinha muita gente em volta deu pra ver tudo de perto. Os lutadores também interagiam com o público. Acho que foi o mais divertido até ali.
No palco do primeiro barracão, também ouve algumas apresentações de dança de Kpop, assisti por alguns minutos. Ainda que de longe, fui dar uma olhada no outro palco com a presença do Jiraiya. Bom pra quem curte, eu não sou muito fã porque não faz parte da minha memória afetiva.
Algumas integrantes do grupo Rania (se não me engano) foram vistas circulando pelo evento e tirando foto com os transeuntes.

Já eram 17 horas e pretendíamos voltar cedo para casa. Antes de irmos embora passei no beco dos artistas e por recomendação das minhas sobrinhas adquiri o trabalho do Raul Muradi, "Inconsequentes". Ele foi muito simpático. Até fez um desenho e autografou meu quadrinho. Olhem só:
Aqui temos uma história de ação e humor negro, onde o protagonista Tony é um motoqueiro fora da lei que arruma confusões sem prensar nas consequências. Ótimo material em capa cartão, papel offset, 84 páginas em preto e branco. Paguei $10,00.


Considerações finais...
Esta pode ter sido a primeira edição do World Pop Festival, mas vale ressaltar que não é o primeiro evento organizado pela Yamato. Ou seja, não era pra ser um evento tão avacalhado. Se a intenção era competir com o Anime Friends, vão ter que melhorar e muito para o próximo ano.
O evento em si não foi totalmente ruim. O ponto positivo é que havia atrações para todos os gostos, variedade de produtos para colecionadores. Outro problema relatado em reclamações no FaceBook foi a localização dos palcos e horário das atrações. Por exemplo, o palco de Kpop era ao lado do palco do Jiraiya, a luta livre era ao lado do palco principal, e assim por diante. Acontecendo no mesmo horário era óbvio que a atração de maior nome iria atrair mais público, deixando as demais com alguns gatos pingados. Espero que revejam esses erros para 2019, ou não terão a minha ilustre presença nele.

terça-feira, 23 de maio de 2017

Peruíbe Fest 2017

Minha ida ao Peruíbe Anime Fest - 21/05/2017
Saí na última sexta-feira à procura de ingressos, mas já havia acabado no Raboni. No sábado consegui comprar na Wizard. Por esse motivo havia a expectativa que o evento estivesse lotado. As águas caindo e lá fomos nós a pé. Eu, minhas sobrinhas e mais um amigo. Não sou contra a chuva, ela é bem vinda. Mas bem que São Pedro poderia ter marcado pra chover em outro dia.

Resumo da ópera...
Chagamos às 14:00 horas. Geralmente, em meia hora eu consigo ver tudo que há pra se ver. Mas dessa vez eu prometi a mim mesmo que iria ser paciente. Próximos à entrada ficavam as salas de oficina de pintura, batalha campal (pra quem quisesse dar espadadas no amiguinho) e a sala onde a jogatina de cartas acontecia. Comparações com a edição do ano passado são inevitáveis. Até aquele momento não se via nenhum colplayer. Diferente de 2016, quando havia maior quantidade destes seres zanzando por lá.

Demos uma passada pelas barracas de bugigangas. Só dando uma olhada, como quem não quer nada. Depois subi as escadarias para olhar o que se passava lá em cima, mas até aquele momento não havia nada de interessante. Desci e fiquei por alguns minutos olhando a chuva cair e lamentando por meus pés já estarem molhados.

Mais uma volta aleatória pelas dependências do local e vou parar na banca dos mangás. Achei algumas coisas interessantes, como exemplares de Dragon Ball e CDZ. Em HQs o que me chamou atenção foi um livro de Sandman, fiquei tentado a querer possuí-lo. Mas o preço me fez mudar de idéia... Cansado de ficar embaixo subi novamente para ver se tinha alguma novidade lá em cima, assim que cheguei já havia acabado o concurso de cosplay.

Um milagre aconteceu! Finalmente em um evento de anime eu tirei o escorpião do bolso para comprar algo que não fosse comida. Comprei um mousepad, pois de fato eu estava precisando de um novo e o preço não estava abusivo. E foi só!

Por volta das 17:30 algumas barracas já estavam guardando suas mercadorias. Ouvi um vendedor de uma banca perguntar todo sorridente pra banca vizinha “O evento foi bom pra vocês?”, a moça não respondeu nada, só fez uma cara de quem chupou limão. 

Por fim...
Uma coisa que eu sinto falta em eventos de animes é um estande voltado para venda de materiais de desenho. Há oficina de desenho/pintura, mas nada específico para quem queira levar os materiais para casa e praticar. Enfim, o evento foi fraco se comparado ao ano passado. Mas como esta foi minha segunda vez no Anime Fest, me senti mais familiarizado ao ambiente, apesar da chuva ter atrapalhado um pouco (ou muito, dependendo de outros pontos de vista).
E claro, não poderíamos ir embora sem antes tirarmos um foto de dentro da casinha. Já é tradição.
Créditos da imagem: Iza Guimarães

Até a próxima!

domingo, 31 de julho de 2016

Resumo das férias

Última semana do mês resumida em uma imagem.

A tristeza está presente em todo lugar, mas nesta última semana ela veio em peso. Não. Não estou só falando pelo fim das férias, nem pela volta das aulas, nem pelo meu retorno em busca de um papel que vai dizer que estou apto a emburrecer (ainda mais) um punhado de alunos. Também não é só pelo fato de termos uma prefeitura F.D.P., em que é preciso lembrá-los de suas obrigações.  Tudo isso é triste. Porém, há tristezas maiores, como a morte de um familiar. Talvez seja um descanso para quem parte, mas tristeza para os que ficam...



...Felizmente também tivemos alegrias nessas férias!

Recentemente estreou "Procurando Dory", não tive oportunidade de assistir ainda, ou melhor, tive. Mas fui proibido de assistir pela minha sobrinha. Maass...como eu ainda não tinha nem assistido "Procurando Nemo", ela me emprestou o DVD. 
Dory feita a caneta, descompromissadamente.


Ballet
Falando em minha sobrinha, dia 16 teve apresentação de balé dela, no Palácio das Artes, em Praia Grande. Eu estava lá com a família prestigiando. Foi um belo espetáculo e ela estava linda, pra variar. Além da dança clássica no início, fomos agraciados com apresentações variadas. Seguiu-se tendo como temas músicas dos anos 60, 70, até chegar aos dias atuais, onde cada grupo deu o seu melhor.  Eu que nunca tinha frequentado nada parecido fiquei admirado. Nota 10!


Anime Friends
No dia seguinte, fomos ao Anime Friends, como você pode conferir detalhadamente nessa postagem: http://ivannardes-dreamquest.blogspot.com/2016/07/anime-friends-2016.html.
Confesso que não foi como eu esperava, mas até que me diverti e serviu pra ver como é o evento de verdade.


Desafio
E foi nessas férias que também pude concluir meu primeiro desafio de desenho. Modéstia a parte, foi um dos mais lindos e mais difíceis de fazer. Confira o desenho completo:



WK
E por último, o meu projeto WK. Trata-se de uma HQ meio sociopata. A primeira serviu como piloto para as histórias que estão por vir. Então não percam tempo e vão lá conferir essa tosqueira! Deu um trabalhão fazer e quase ninguém viu essa porcaria, então estou dando mais uma chance a vocês: http://ivannardes-dreamquest.blogspot.com/2016/07/null-toleranz.html.

 Enfim, esse foi um resumo das minhas férias.
Até a próxima!

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Zilius Zox

"Com sangue e ira de um vermelho ardente;
Arrancado à força de um cadáver ainda quente;
Somado ao nosso ódio que arde infernal;
Queimaremos a todos;
Eis o destino final!"

Saudações, pessoas com grande ira no coração. A postagem de hoje está raivosa!
Esta, sem dúvida, estão sendo férias proveitosas, ao menos pra mim. Aproveitei o tempo livre pra ler uma HQ que eu tinha evitado desde a primeira vez que vi. Trata-se dos Lanternas Vermelhos. Eu já conhecia os Lanternas Verdes, os Amarelos, mas os Vermelhos não conhecia a fundo. Se você não conhece, recomendo que vá procurar.
Em resumo: Movido por uma grande ira e o desejo de vingança, motivado pelo extermínio de seu povo, Atrocitus mata seus companheiros e do sangue deles cria o lago de sangue e os anéis usados pela tropa. Basicamente, se o sujeito estiver num momento de grande raiva e por coincidência um dos anéis estiver vagando à procura de um usuário, este será o escolhido! O que acontece depois? O indivíduo não raciocina mais, só sente uma ira infinita e passa a cuspir napalm. Para mais informações clique aqui.

Fato é que se trata de uma ótima saga. Tem seus momentos tristes, quando são mostrados os motivos que os levaram a se tornar lanternas, mas também tem momentos divertidos que fazem a história valer a pena. Os personagens em destaque são Atrocitus (claro, é o boss) e Guy Gardner (o cara que mata o boss e toma seu lugar). Mas os personagens secundários também têm seu destaques, a perigosa Bleez, o vira-casaca Skallox, o gato Dex-Starr e o humano Rankorr. Ah...não posso esquecer do Zilius.

Guy Gardner abusando da ingenuidade de Zilius Zox. Á priori, os Lanternas Vermelhos não raciocinam, mas se mergulhados no lago de sangue eles são capazes de recuperar a consciência. Por isso esse tipo de zoeira é possível.

Zilius dando um "Turn down for what" em Rankorr. Pra entender melhor você tem que ler a historia. ^^

Atrocitus instruindo seu gato para manter foco na missão. Ri pra caramba dessa parte!

Segundos antes de morrer heroicamente, jogando sua nave contra a "igrejinha" de Atrocitus, Zilius finalmente descobre do que Gardner lhe chamou. Sem dúvida, é o tipo de personagem que não devia ter morrido. Mas enfim, aqui vai a minha homenagem.


 Esboço inicial e definição dos traços.

Finalização a caneta e início de colorização.

Parece um pokemon, mas não é! A referida história foi lançada em 2011 pelo título Os Novos 52,da DC Comics. Se puder, compre a revista física, porque vale a pena ter os originais. Mas se não puder, recomendo o link a seguir: http://lasquei.blogspot.com.br/search/label/Novos%2052%20Lanternas%20Vermelhos
Por hoje é só! Até a próxima.

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Anime Friends 2016

Finalmente chegou o dia mais aguardado das férias! Domingo, 17 de julho. Conforme o combinado, lá estávamos no ponto, às 8:00h, prontos para embarcar. Pra variar, sempre tem os atrasados. Sem muito o que conversar na viagem, botei o fone de ouvido pra tentar relaxar. Inútil tentativa. Acharam um pen drive e logo puseram pra tocar no som do ônibus. Chegamos em São Paulo às 11:00h. Nas proximidades do evento era visível uma grande movimentação e uma enorme centopeia humana se formando no portão de entrada. Ao desembarcarmos, tivemos de entrar naquela fila, pois era reservada ao pessoal que vinha das caravanas. 

Ainda do lado de fora havia gente vendendo de tudo, meias, perucas, alimento pra pagar meia entrada, lentes, chocolate. Só não tinha ninguém vendendo penico, talvez eu não tenha visto. Eu estava necessitado de tirar a água do joelho! Eu vinha me segurando desde a serra. Ainda na fila, comprei uma revista e um lego do Homem de Ferro, mas só comprei porque o cara disse que ‘tava cursando engenharia e precisava de ajuda, se fosse de humanas... Mandava vender miçanga na praia.

Terminada a primeira fila, ainda tinha a outra do lado de dentro. E a vontade de mijar estava ficando insuportável. Passado a revista fui correndo à procura do sanitário. Aí sim, mais tranquilo, pude finalmente me sentir livre no meio do evento.


Como tinha gente, parecia um formigueiro. Depois do Peruíbe Fest criei uma grande expectativa para o Anime Friends. De fato, havia mais atrações, mais cosplayers, mais gente bonita, mais gente feita também. Juntei-me a minha sobrinha e entramos nos estandes, olhamos as lojinhas. Tudo, literalmente tudo estava caro. Dá a impressão que os estandes fazem cartel, combinam de deixar os preços nas alturas. Se houvesse concorrência nos preços, certamente venderiam muito mais. Sentindo o estômago roncar, eu e a Iza fomos procurar o que comer e adivinha? Tudo caro! Mas movido pelo coração que bate sem parar e a fome que gritava em meu interior, abri a carteira. Não tinha onde sentar, sentamos no chão e ali lanchamos. ^^

Em seguida eu fui em direção ao palco, estava tendo apresentação da banda Comitiva do Rock. Foi legal pra caramba! O som estava muito potente, cada batida que o baterista dava no bumbo era possível sentir a pancada no peito. Enquanto a banda cantava “Pegasus Fantasy”, de surpresa aparece Bruno Sutter pra dividir os vocais. Naquele momento a ida ao AF já tinha valido a pena. O cara pode até não ser um ótimo vocalista, mas tem carisma. Algumas músicas depois ele voltou ao palco, desta vez na pele de Detonator, cantaram uma mistura de “Marvada Pinga” (Inezita Barroso) com “Painkiller” (Judas Priest). Certamente o melhor momento do show! Me arrependo de não ter filmado.

Mais uma vez, dando umas voltas pelos estandes, cheguei a cogitar a possibilidade de comprar algum mangá. Tinha muita coisa legal. Mas sei lá, algumas coisas já não me encantam mais. Se fosse há uns cinco anos atrás eu não pensaria duas vezes em sair de lá falido. Como a gente muda...

Cosplays indo, cosplays vindo e a hora não passava. Até que meu amigo Elienai me chama pra um duelo de espadas, lutamos duas vezes e perdi. O cara é gordinho, mas é ágil. Depois fomos para o beseball, eu não ganhei nada, ele que é rabudo ganhou um mupy. Dali fomos para a área de jogos de estratégia. Jogamos X-Wing e foi uma batalha difícil pra ambos, porém divertida. Ao final, perguntamos quanto custava o jogo...quase tive um infarto. (Se eu me livrar da disciplina que estou devendo na faculdade, me darei de presente este jogo, custe o que custar, pois valerá a pena). Outro jogo interessante é Smash Up, que só comecei a entender como se joga no final.







Já era noite e ainda tinha a última apresentação no palco. Nessa hora eu preferi correr para o lado oposto pra comer mais um x-salada. Aí foi só aguardar a hora de ir embora, suportando o frio paulistano.
No final das contas, valeu a pena ter ido ao Anime Friends. Se não foi aquilo que eu esperava, ao menos serviu pra passar o tempo, ter o que dizer das férias. Havia atrações internacionais, cantores japoneses, atores (Jiraya e Jiban) e roteirista de HQs, como não conheço acabei não me interessando em ir atrás, enfim. Esse foi o resumo da minha primeira ida ao AF.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Desafio concluído!

Saudações, seres aleatórios no universo! Após alguns dias hibernando estou de volta para a primeira postagem do mês. Nos dias que antecediam as férias fiquei programando o que fazer nesses dias tão abençoados. Até a presente data consegui realizar com sucesso duas coisas: dormir e desenhar. Dormir até às 10:00h da manhã, depois do almoço dormir mais um pouco e a noite...só dormir depois das 2:00h.


A segunda coisa que fiz com sucesso foi terminar o desenho que mostrarei a seguir. Para quem não se lembra, na postagem de 12/06 eu comentei que fui desafiado pela Iza a fazer o desenho abaixo, em 30 dias (levando em consideração outras ocupações minhas). Pois bem, eu consegui! "...we are the champions, my friends..."   XD


Como eu já mencionei em postagens anteriores, meus esboços são uma rabisqueira só. Aliás, até hoje, não sei diferenciar rascunho de esboço. Digo na prática, na teoria eu sei que não são a mesma coisa. Felizmente, eu consigo localizar e organizar cada detalhe.


Após feita a limpeza do desenho, tirando os rabiscos desnecessários e deixando os traços mais impostantes, comecei a passar a caneta preta nos traços. Como vocês podem ver, eu tenho o hábito de começar do lado direito.

Terminado os traços a caneta o próximo passo é apagar os traços a lápis que ficaram. Foram úteis até esse momento, mas é hora de dar tchau!

Início da colorização: optei por começar pelas flores, folhas e em seguida os cacos de vidros. Pra mim é mais fácil finalizar primeiro os elementos que consomem mais tempo e atenção.

E finalmente, a conclusão! Ao terminá-lo, já estava com a mão doendo, mas valeu a pena. Sempre penso que poderia ter ficado melhor se tivesse feito assim ou assado. Mas o resultado está satisfatório, não? ^^

Tentei reproduzir o mais fiel possível, mas com personalidade própria. Faltava ainda algo complicado, as estrelinhas. Lembrei que tinha alguns adesivos, daqueles de figurinhas. Recortei em estrelinhas e colei no capacete, daí pintei normalmente e ao final retirei.
Vocês podem estar de questionando "mas na imagem original o cabelo não é vermelho". Trata-se de uma homenagem à minha desafiante. ^^  Modéstia a parte, o cabelo foi o elemento que deixou o desenho mais vivo em comparação ao original.

Desafio: de 12/06 à 12/07
Conclusão: 06/07/16
Materiais:
Papel Canson A3 140g/m²
Lápis comum
Borracha escolar
Caneta Bic preta
Adesivo
Lápis de cor Faber-Castell

Historinha rápida para descontrair...
Mesmo em férias, eu ainda tinha atividade da faculdade para entregar. Ler um textão sobre os métodos de planejamento e preencher uma tabela. Fiz o mais rápido que pude e entreguei. O que eu mais queria era me livrar mesmo, pouco importava a nota. Quando foi a noite, meu amigo Elienai me liga e pergunta se eu já tinha feito. Digo que sim e que foi uma moleza, até mandei pra ele pra ver como se fazia a bendita tabela.
Quando foi no domingo de manhã, ele me liga cantarolando alguma coisa sobre o sol estar se levantando, algo do tipo... e me diz: — Ivan, um de nós fez a atividade errado. Eu já tive  a certeza que foi eu. Me mandou a tabela que ele fez e realmente 'tava bem diferente. Depois disso só me restou reler o textão e refazer a tabela.
Moral da história: Se vai passar atividade para o colega, passe se tiver certeza de que você não a fez nas coxas.

Por hoje é só. Espero que tenham gostado. Estou aguardando o próximo desafio! *--*
Dúvidas? Críticas? Ou sugestões? Comentem abaixo. Para cada comentário estarei doando R$0,05 pra ajudar os mendigos a tomar cachaça.

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Férias e o Despertar quando o galo não canta


Férias! Férias! Férias!
Não foi fácil a caminhada do início do ano até aqui. Felizmente há pessoas que fizeram esta minha caminha menos tortuosa. Enfim, chegaram as férias! Não vejo a hora de esquecer de tudo, trabalho, faculdade e problemas. Sim, eu quero esquecer da realidade nesses 30 dias seguintes! 
Expectativa de desenhar mais, assistir mais filmes, ler livros por gosto, não por obrigação, fazer vários nadas e por em prática meus projetos. Se para as minhas férias falta 1 dia, para ida ao Anime Friends 18 dias. Como diria minha sobrinha, só voltarei de lá falido.

O despertar

Toda manhã é aquela briga pra acordar. Acordar é o primeiro passo, abrir os olhos o segundo passo, por último buscando forças de não sei onde, se levantar é o terceiro passo. Aí você cria coragem para ir ao trabalho, ou mesmo ir à escola. Acordar é um ato que exige força de vontade. Por isso preparei uma listinha com dez músicas que podem ser usadas como despertador do celular. Atenção: essa é uma lista pessoal minha. Você provavelmente terá suas sugestões, ou não. Então lá vai!

System Of a Down – BYOB
Assim que comprei meu primeiro celular, BYOB era o meu toque pra tudo, inclusive pra acordar. 

U.D.O. – Thunderball
Gosto desta música, mas acho o início irritante aos meus ouvidos. Vai entender.

Sabaton – Screaming eagles
Sem introdução, o vocal já vem com tudo, perfeito pra derrubar o sujeito da cama.

Sepultura – Ostia
Única música do Sepultura que consigo ouvir por completo. Mas aqui o que importa é o início.

StormWarrior – Thy laste fyre
Eu poderia escolher uma dezena de músicas extremas, tanto em som quanto em velocidade. Mas escolhi esta. Por que? Porque eu quis.

Razor – High speed metal
Gradativamente, bateria, baixo, guitarra e de repente um grito de quem parece estar sendo esgoelado.

Iced Earth – Ten Thousand Strong
Uma das minhas favoritas, começa com um grito estridente de 13 segundos, mas parece uma eternidade pra quem quer continuar dormindo.

Turisas – Battle metal
Esta é a que estou usando como despertador atualmente. Uma música "pra cima", apropriada para começar o dia no clima para a batalha diária.

Helloween – Push
Apenas imagine o som de uma britadeira e ao mesmo tempo um bando de gato miando no seu telhado. É isso aí.

Brifröst – Fest der Trolle

Historinha rápida sobre essa música. Final do ano passado fui ao seminário da faculdade em Curitiba. Nos hospedamos num hotel e dividi o quarto com mais dois colegas. Como de costume programo o celular pra despertar às 5:50h. Quando foi de manhã, tocou esta música, um dos colegas tomou um susto tão grande que deu a impressão que iria pular pela janela.

Você deve ter achado estranho, eu falar sobre férias e logo abaixo indicar músicas para despertar. Não. Acordar tarde é luxo das férias, mas no restante do ano é cada sacrifício pra acordar...

Até a próxima.