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segunda-feira, 10 de fevereiro de 2020

2ª Feira Pop & Arts

Saudações ilustres visitantes!
Estamos de volta com mais uma cobertura inclusiva de um evento voltado aos quadrinhos.
A bola da vez é a Feira Pop & Arts, que teve sua segunda edição no sábado 08/02. O INDQ não poderia ficar de fora.

Eu estava planejando ir de novo ao Festival Guia dos Quadrinhos. Procurei aqui e ali e não encontrei nenhuma informação a respeito para esse ano. Como bom Sherlock Holmes fui atrás. Fucei o perfil do organizador até encontrar uma postagem dele dizendo que o FGDQ (2019) havia sido o último. Fiquei chateado, mas não esmoreci. Tinha que ter outro evento pra eu ir, eu pensei. Até que fuçando o canal HQzasso, encontrei um vídeo da feira que ocorreu no ano passado. Deduzi que esse ano também teria e fui pesquisar informações sobre.

Após a confirmação iniciamos os preparativos para ida. Essa foi a primeira vez que fui pra capital dirigindo. Também foi a viagem mais longa que fiz (quebrando records). A ida foi tranquila, o tempo tava bom, o trânsito tava normal. Dentro do carro o ambiente foi ótimo. Muita conversa filosófica, sociológica e um pouco de bobagem pra descontrair. Só não interagi porque eu estava focado na direção. Por sorte havia um estacionamento próximo ao local.
Salão principal

Chegamos ao evento por volta das 11 horas e foi como eu imaginei. Havia um salão principal com artistas no centro, vendendo suas obras. Entrando no corredor ficavam os banheiros (isso é importante, sem banheiro o visitante vai se sentir obrigado a defecar no chão). No segundo espaço que ficava ao fundo tinha outras bancas, as de toalha verde estavam abertas para troca (dependendo do interesse da banca). Olhei todas e não havia muita coisa do meu interesse. Procurava por Capuz Vermelho, Lanterna Verde, Justiceiro e Vinland Saga. Algumas não achei, outras achei o que eu já tinha, ou achei o que eu não tinha, mas estava com preço elevado. Nas minhas compras eu procuro comprar sempre com desconto. Mas se você não comprar, o desconto é ainda maior, já dizia um grande economista. Mas eu não iria voltar de mãos vazias, não meu senhor, minha senhora! Levei algumas revistas para troca. Em uma das bancas consegui pegar Liga da Justica #2 e Juiz Dredd. Em outra peguei "A última caçada de Kraven". Tava imperdível.

Edson Bortolotte, um dos autores do "Histórias para não dormir"

Meus colegas já estavam um pouco entediados e decidimos aproveitar mais a viagem andando pela capital. Fomos ao Shopping e comemos um lance no Bobs. Mas eu não estava satisfeito e voltei ao evento. Em cada banca que eu ia, olhava, pegava o que me agradou e colocava no cantinho. Consegui achar "A queda de Murdock", um clássico que há muito eu cobiçava. Ainda deu tempo de pegar  "Histórias para não dormir", uma coletânea de histórias de terror inspiradas em Lovecraft. Fiz o rapaz autografar duas vezes, pois a que peguei primeiro estava massadinha. No final comprei algumas edições de Tex Platinum que estavam com preço tentador.
Minhas aquisições
Com a mochila cheia era hora de vir embora. Na saída pegamos um pouco de chuva. Ao final tudo ocorreu como o planejado. Chegamos aqui por volta das 8 horas. A Feira Pop & Arts foi bacana, pouco menor que o FGDQ, mas ainda assim com bastante variedade. Saí satisfeito e pretendo voltar na próxima edição.

sábado, 20 de julho de 2019

Anime Friends 2019


Após um pequeno hiato, voltamos ao Anime Friends, e fomos no último dia (domingo, dia 14 de julho). Fomos em sete pessoas (Sete otakus e um destino) espremidas dentro de uma Towner velhinha. Eu fui com grande expectativa para esse evento. Já havia separado uma boa quantia para torrar em mangás. Chegamos sem problemas, o acesso ao evento foi rápido para quem comprou ingresso antecipado.
Só lamento pelo nosso colega que havia levado lanche para uma semana, mas acabou tendo de jogar fora devido a fiscalização tê-lo apanhado com produto não industrializado. O que não é permitido segundo as regras. O regulamento também não permitia entrada em trajes impróprios, mas era possível ver pessoas andando seminuas dentro do evento. Vai entender.

Eu esperava mais...
Se meu foco eram os mangás, fui eu peregrinar pelos estandes das editoras. A poderosa Panini estava dando descontos de 20%. Era possível entrar e ver os produtos nas prateleiras, haviam muitos lançamentos, um mais caro que o outro. Francamente, na internet é possível encontrar descontos mais atraentes. Eles ainda estavam promovendo um quiz e distribuindo brindes.
O estande da Newpop tinha preços mais acessíveis, mas infelizmente eram para obras que pouco me interessam (com exceção de GTO). Ao lado, tinha uma bonecão enorme de pelúcia do Kyubey, onde as pessoas podiam tirar fotos.
A JBC me decepcionou, eu até cogitei comprar o Hokuto no Ken, porém, não era permitido entrar no estande. Os interessados ficavam do lado de fora em duas filas, uma para olhar o catálogo e outra para comprar os mangás. O que deu pra fazer foi tirar uma foto em cima da moto do Akira.
A Comix tinha uma variedade maior, alguns produtos baratos (só os refugos) e outros superfaturados (difíceis de encontrar). Descontos? Só em compras acima de 100 taokeys. Valia a pena para quem estava a procura de revistas mensais. Só peguei o Capuz Vermelho Nº 1.

O que chamou minha atenção
Uma parada para o lanche e o que resta é caminhar sem rumo. Outra parada para ver a apresentação da banda Aurabreak. Na hora eu achei fosse a banda Carapuça (que esteve no AF 2017), na verdade o vocalista era o mesmo. Andei, andei, andei... até que passando por uma barraca encontrei um pacote com os mangás de Vinland Saga 1 ao 9. Consegui um desconto pagando em dinheiro. Exausto, fui procurar um lugar para descansar. Bem em frente á praça de alimentação estava rolando a luta livre. Na minha opinião, foi o melhor entretenimento do evento. Em eventos anteriores não tinha como assistir (devido a multidão se aglomerar na frente), mas foi muito legal. Alguns golpes são plasticamente bonitos de se ver.
Imagem meramente ilustrativa.
Não tirei foto das lutas, então se contente com os minions brigando.


Antes do final
Eu não podia vir embora sem antes comprar algum material independente. Comprei o "Chaos" do Felipe Folgosi. Ele foi muito simpático e até autografou o meu exemplar. Se tínhamos nos livrado dos "formandos" na entrada, na saída uma deles me deixou puto. Ficou insistindo para que eu comprasse umas bugigangas, quando eu me livrei do infeliz não sabia pra onde ir. Na volta a Towner começou a dar problema na direção e a descida da serra foi dramática. Teve gente que veio rezando.

Considerações
De todos os AFs que fui, este foi o menos atraente para mim. Minha expectativa maior era em relação aos mangás e HQs, que não foi plenamente satisfeita. O que salvou foi a luta livre. Ainda assim, serviu para matar a vontade de aventuras nas férias.
Até a próxima!

domingo, 21 de abril de 2019

Festival Guia dos Quadrinhos 2019

Saudações, ilustres visitantes!

Nesta postagem irei contar um pouco da ida ao Festival Guia dos Quadrinhos. O evento ocorreu nos dias 13 e 14 de abril e nós fomos no segundo dia, um nublado domingo. O local a sediar o evento foi o Hakka Plaza, em São Paulo. Como eu comprei os ingressos antecipados, na opção de ingresso social, teria de fazer doação de 2 quadrinhos por pessoa. Foi uma ótima oportunidade de desovar algumas revistas que eu não queria mais. (Venom #1, Fábulas para Sempre #1 e #2, LJA da América, Deadpool Extra e outros refugos). Na entrada ganhamos alguns cards comemorativos dos 80 anos do Batman.
Painéis de personagens Disney na entrada do evento.

O FGDQ é organizado pelos criadores do site Guia dos Quadrinhos, que é uma espécie de wikipédia das HQs, onde é possível catalogar e pesquisar informações a respeito de qualquer título ou publicações existentes no Brasil. Sempre acesso antes de fazer uma comprar ou iniciar uma coleção.

O espaço era pequeno se comparados a outros eventos com maior variedade de atrações.  Mas por ser algo voltado especificamente aos quadrinhos estava de bom tamanho. As barracas estavam bem alinhadas e havia de tudo um pouco. Caminhando e garimpando de banca em banca consegui encontrar algumas coisas que eu queria. As minhas prioridades eram 1º Lanterna Verde, 2º Justiceiro, 3º Capuz Vermelho e em 4º o que fosse interessante em custo/benefício.
Vista do mercado de pulgas no andar superior.

No andar superior havia uma "praça de alimentação" na verdade era um espaço com uma lanchonete e algumas mesas. Por sorte já levamos pão e frios para fazer uma lanche na mesa deles. Havia um corredor ao lado uma pequena exposição dos 80 anos do morcegão e um espaço para quem tivesse interesse em aprender mangá.
Desse lado ficava a área reservada para alimentação.

Depois de muito andar meu amigo Elienai me convenceu a subir para a parte dos jogos. Jogamos uma partida e depois descemos. Francesco Guerrini estava no estande da editora Culturama, dando autógrafos e fazendo sketch dos personagens Disney, cheguei a entrar na fila, mas estava demorando demais, até que eu desisti no final. O Elienai e as meninas ficaram insistindo para que eu voltasse para a fila, mas eu já estava satisfeito com o evento, e pegar autógrafo do Guerrini não era minha prioridade. Então fica para a próxima.
Francesco Guerrini dando autógrafos.

Infelizmente não encontrei nada do Capuz Vermelho, mas em compensação... encontrei as duas edições de LJA - Justiça (da Eaglemoss) com a arte maravilhosa do Alex Ross. Mas eu não queria levar devido ao preço. Elienai vendo meus olhos brilharem pediu pra esposa pechinchar... e não é que ela conseguiu as duas por 40.

 LJA: Justiça, partes 1 e 2. (Eaglemoss)

Lanterna Verde: Hal Jordan Procurado, mensais dos LV, fase Renascimento do #1 ao #4 e Amanhecer Esmeralda em formatinho. (Será que gosta de Lanterna Verde?) 

Justiceiro #8 e algo que eu não esperava encontrar, mas que o destino jogou na minha frente: Lobo - Manual do Caçador de Recompensas, essa revista é muito legal, o lobo também é um dos meus personagens favoritos. E ainda comprei duas miniaturas de chumbo pra enfeitar a minha estante.

Antes de vir embora, não podia sair de lá sem trazer um material independente autografado pelo autor. Olhos Insanos, de Eric Peleias, um material que eu recomendo. O protagonista me lembrou o personagem do filme Clube da Luta.

Como podem ver, voltei trazendo na mochila algumas aquisições interessantes (pelo menos pra mim), e um detalhe, por um preço justo, sem precisar vender um rim. Mas o melhor de tudo mesmo foi ter ido acompanhado dos melhores seres humanos do meu círculo social e familiar! Valeu muito a pena. E com certeza no próximo ano irei novamente!


quarta-feira, 25 de julho de 2018

World Pop Festival 2018

Antes de tudo...
Desde o início do ano eu estava com a expectativa de ir ao Anime Friends. Como nos anos anteriores, iríamos de caravana organizada pelo meu amigo Elienai. Maaas... devido ao fato da nova organizadora do evento não estipular um preço estável para os ingressos das caravanas, subindo a cada lote, somados aos problemas de quase todo otaku ser pobre, nosso amigo achou por bem não organizar a caravana, já que poucos confirmariam o pagamento.

Conversa vai, conversa vem, surge o assunto de que a Yamato, criadora e organizadora (até o ano passado) do Anime Friends, após ter vendido a marca, estaria organizando um novo evento, o World Pop Festival. Com um ingresso mais barato, ou menos caro, foi proposta a idéia da caravana. Quatro dias antes de irmos, nosso amigo Elienai teve de cancelar, de novo por falta de quórum.

Meio decepcionado, decidi me aventurar pela capital, levando comigo as minhas sobrinhas. Bom, eu não poderia fazer isso sem o mínimo de planejamento. Pesquisei no Google Maps qual o metrô mais próximo da Vila Guilherme? - Carandiru e Santana. Santana soa melhor, vamos desembarcar em Santana. Mas o que fazer quando chegar lá? Aí fui obrigado a perguntar no grupo do WPF do Facebook qual ônibus pegar. Aliás, outras pessoas estavam com a mesma dúvida. Uma moça me respondeu Linha 271M-10 Parque Novo Mundo.


A ida e a chegada...
E lá fomos nós, subindo a serra cheia de nevoeiro neste domingão. A maior dificuldade mesmo era saber o ponto onde descer. Imaginei que mais gente iria ao evento e aí era só segui-los. Vi que tinha um casal no ônibus com uns apetrechos de cosplay na sacola, resolvi perguntar pra eles se sabiam onde ficava o Mart Center. Na verdade eles estavam tão perdidos quanto nós. Mas um outro passageiro também iria pra lá e tinha uma boa estratégia, ir olhando a numeração das placas. Descemos um ponto antes, mas ainda assim pertinho do local. Na entrada uma moça desistiu do evento me vendeu o ingresso dela.

Em seguida apareceu um cara meio suspeito oferecendo entrada pro evento por 50 reais. Pensei que seria ingresso mesmo, mas ele insistiu para que o seguíssemos pelos fundos do local. Já ficamos ressabiados. Fui sozinho com ele e perguntei dos ingressos, aí ele respondeu que não precisava, que era estandista e iria nos colocar dentro do evento. Lamentável! Eu disse obrigado, mas vou entrar pela porta da frente.

Primeiras impressões...
Estávamos com fome e fomos logo para a praça de alimentação ocupar umas cadeiras. Pelo que notei tinha só hambúrgueres, pasteis, pipocas e cachorro quente. Felizmente tínhamos levado nossa própria comida.
As primeiras impressões do evento não foram muito boas. O local parecia abandonado, como mato em volta, alguns banheiros estavam quebrados, as paredes sujas, iluminação precária. Imagino que tenham expulsado os mendigos um dia antes de iniciar o WPF, não sei.
Faltou um mapa para os visitantes localizarem os locais que desejariam ver. Havia um segurança na entrada, mas não houve revista. Se algum maluco resolvesse aprontar lá dentro só saberíamos depois de feito. Mas ao menos havia a presença de bombeiros.
Obs.: infelizmente não tirei fotos do evento.


Vamos ao que me interessa...
Haviam um número razoável de estandes, o meu foco eram HQs e Mangás. No primeiro barracão haviam dois, eu só olhei. No barracão dos fundos encontrei o estande da Comix, entrei e fiquei um tempão olhando a extensa variedade de produtos. Achei muita coisa que queria comprar e fui colocando na cestinha. Ao mesmo tempo que ia pesquisando os preços na internet fui devolvendo uma a uma. Os únicos produtos com desconto eram aqueles desconhecidos e encalhados, os demais estavam ou com preço de capa, ou preço inflacionado. Comix sendo Comix. Ao final levei apenas a coleção do mangá Green Blood, que estava o mesmo preço da Amazon. E algumas revistas não se encontram nas megastores: Capuz Vermelho e os Foragidos #2, Guardiões da Galáxia - O Domínio dos Reis e Deadpool Extra #4.


Outras impressões...
De tanto andar de um lado a outro comecei a ficar cansado. Sentei-me em uma das cadeiras em frente ao palco Ilustra, lá cheguei a assisti um pouco da palestra dos artistas presentes.
Recuperando as forças cheguei a assistir um pouco da luta livre que ocorria no ringue do outro lado. Como não tinha muita gente em volta deu pra ver tudo de perto. Os lutadores também interagiam com o público. Acho que foi o mais divertido até ali.
No palco do primeiro barracão, também ouve algumas apresentações de dança de Kpop, assisti por alguns minutos. Ainda que de longe, fui dar uma olhada no outro palco com a presença do Jiraiya. Bom pra quem curte, eu não sou muito fã porque não faz parte da minha memória afetiva.
Algumas integrantes do grupo Rania (se não me engano) foram vistas circulando pelo evento e tirando foto com os transeuntes.

Já eram 17 horas e pretendíamos voltar cedo para casa. Antes de irmos embora passei no beco dos artistas e por recomendação das minhas sobrinhas adquiri o trabalho do Raul Muradi, "Inconsequentes". Ele foi muito simpático. Até fez um desenho e autografou meu quadrinho. Olhem só:
Aqui temos uma história de ação e humor negro, onde o protagonista Tony é um motoqueiro fora da lei que arruma confusões sem prensar nas consequências. Ótimo material em capa cartão, papel offset, 84 páginas em preto e branco. Paguei $10,00.


Considerações finais...
Esta pode ter sido a primeira edição do World Pop Festival, mas vale ressaltar que não é o primeiro evento organizado pela Yamato. Ou seja, não era pra ser um evento tão avacalhado. Se a intenção era competir com o Anime Friends, vão ter que melhorar e muito para o próximo ano.
O evento em si não foi totalmente ruim. O ponto positivo é que havia atrações para todos os gostos, variedade de produtos para colecionadores. Outro problema relatado em reclamações no FaceBook foi a localização dos palcos e horário das atrações. Por exemplo, o palco de Kpop era ao lado do palco do Jiraiya, a luta livre era ao lado do palco principal, e assim por diante. Acontecendo no mesmo horário era óbvio que a atração de maior nome iria atrair mais público, deixando as demais com alguns gatos pingados. Espero que revejam esses erros para 2019, ou não terão a minha ilustre presença nele.

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Retrospectiva introspectiva 2017

Saudações, ilustres visitantes!
Como estão vocês? Ainda enchendo o bucho de panetone? Ou bebendo todas neste fim de ano? Seja como for, divirta-se. Nesta última postagem do ano irei fazer uma retrospectiva do que me ocorreu de bom em 2017. Aconteceram algumas mudanças em comparação a 2016 e a maioria foi positiva.

Voltar a jogar bola

É como dizem, o importante é participar. Ainda que seja uma vez por semana. Isso que torna especial. A espera durante toda a semana dá ânimo para suportar o trabalho. Porque eu sei que vai ter um dia pra esquecer tudo de ruim. Eu sei que vou errar muitos chutes, vou acertar a canela de alguém e alguém vai acertar a minha... E no final chegarei em casa cansado, tomarei um banho e dormirei como um anjo.

A minha formatura

Após três anos e meio, correndo contra o tempo, lutando contra a vontade de desistir, finalmente aconteceu a formatura. Foi motivo de orgulho para mim e meus colegas. Nesse dia o tempo parecia não querer colaborar, choveu muito e molhou meus pés, mas mesmo assim cheguei a tempo para o ensaio. Ocorreu como tinha que ocorrer: todo mundo de capa preta, chapéuzinho quadrado e canudo na mão. Era dia de festa, o mais difícil (TCC) já tínhamos superado. Eu e o Elienai tínhamos combinado de encher a cara neste dia, mas o máximo que fizemos foi encher o bucho n'uma pizzaria.

Mudança de emprego

Foram quatro anos esperando por isso. No fundo todos sabemos que o concurso realizado em 2012 teve muita maracutaia. Algum “apadrinhado” da prefeita deu azar, porque eu estava lá para fazer aquela prova e passar em primeiro no cargo de almoxarife. Fiquei aguardando até o concurso expirar e nada  de ser chamado. Esse cargo era meu por direito. Por incentivo da minha estimada diretora, eu procurei uma advogada, e foi graças a ela que ganhei o processo e fui convocado no início deste ano. Moral da história 1: corra atrás dos seus direitos!
Saí do meu emprego anterior pela porta da frente, sabendo que fiz um bom trabalho, dei o meu melhor e fiz amigos (inclusive fizeram até uma despedida pra mim). O novo emprego não está sendo fácil, mas felizmente nenhum sofrimento é para sempre. Moral da história 2: não reclame do seu emprego atual, o próximo pode ser pior...rsrs

Entrar para a academia

Esse é o tipo de coisa que eu me pergunto: “Por que não fiz isso antes?”. Passaram-se as férias e eu só fui começar em Junho. Antes eu ficava com receio de fazer academia. Ficava pensando "lá vai estar cheio de cara bombadão de um lado, as gostosonas do outro e só eu de gordinho destoando do resto". De fato, haviam os caras bombados e as gostosonas, mas também tinha gente assim como eu, pessoas comuns. E com um pouco de sacrifício e muita dedicação consegui perder (até o momento) 11 kg. Estou feliz com essa nova rotina. O próximo objetivo é ficar grandão...Hahahaha! Futuro Mister Olympia 2018!!!


Parei de beber

Sim, é verdade. A minha decisão de ficar fininho me levou a outras atitudes. Parei de tomar cerveja. Não que eu fosse um bebedor profissional, mas umas três vezes por semana eu bebia. Parei com os refrigerantes e consumir pasteis de feira também. Só de vez em quando, abro pequenas exceções, como ir à sorveteria. Mas no dia seguinte eu compenso correndo o dobro na esteira.

Construção do meu quarto

Durante aeons dormindo na sala, tendo a privacidade invadida como se fosse a casa da mãe joana. Finalmente consegui ter o meu espaço. Agora eu tenho uma estante só pra mim, onde eu posso enche-la com livros, mangás, CDs e outras quinquilharias sem ter alguém colocando a mão, como se colocam as mãos nas frutas da feira. Meu quarto, só meu... meu... mwahahahaha!
É até engraçado lembrar que, onde estou escrevendo este post, no início do ano era um fundo de quintal cheio de mato. Agradecimentos especiais ao meu cunhado Fausto, que lançou a ideia e me ajudou nas suas horas livres.

Voltar a colecionar HQs/mangás

Comecei a comprar HQs durante a minha infância, de 1998 até meados de 2000. Depois parei por falta de recursos próprios. Voltei a comprar alguns mangás de CDZ em 2003. Desde então fiquei um longo período sem comprar nada do gênero. E neste ano, pós a ida ao Anime Friends, eu voltei a ter aquele brilho nos olhos em relação aos mangás.
Atualmente estou lendo Fullmetal Alchemist, Noragami, Dr. Slump, e Inuyashiki. Adquiri outros títulos nem tão badalados como Quem é Sakamoto?, Assassination Classroom e Your lie in April (este último vou esperar chegar ao volume 6 para começar a ler). E recentemente encontrei alguns sites que vendem HQs antigas em formatinho. Cara, eu fiquei maluco. Finalmente eu estou podendo completar as sagas que eu lia (na época com uns 11 anos) e não tinha condições de acompanhar até o final. Nem quero fazer as contas de quanto estou gastando nessa brincadeira. Essa foi a forma que encontrei de preencher o meu vazio existencial...rsrsrs

E estes foram alguns dos principais acontecimentos em minha vida neste 2017. Houve outros acontecimentos, como a ida ao Anime Friends (já fiz postagem sobre isso), ou como estou aprendendo a ser generoso, presenteando pessoas especiais em minha vida. Enfim... Estou feliz pelas  minhas realizações e adoção dos novos hábitos. Ano que vem tem a faca e o queijo na mão para ser melhor ainda.

Se não nos vermos mais, desejo a todos um Feliz Ano Novo!!!

domingo, 10 de dezembro de 2017

[Fiasco] Peruíbe Fest 2017

Saudações, meus caros visitantes!
Esta é mais uma postagem fantasma. O que significa que não será divulgada. Mas quem entrar aqui terá o privilégio de ler.

Aconteceu no domingo (dia 3 de dezembro), pela segunda vez em 2017 o Peruíbe Anime Fest. Ao que parece o evento foi pouco divulgado. Fiquei com grande expectativa, tanto que reservei uma boa quantia para investir em mangás. Sim, eu considero mangá um investimento cultural. Chegamos ao evento com o tempo nublado.

Como foi o movimento?

Esta imagem resume tudo.

Atrações pouco desconhecidas e raríssimas pessoas fazendo cosplay. O mais interessante foi o menininho fazendo cosplay de Luffy e gritando “eu quero ver sangue”. Melhor ainda foi assistir a luta entre Jesus x Judas no duelo de espadas. Não sabíamos os nomes dos duelistas, então como um era barbudo e cabeludo ficou sendo o Jesus, o outro que havia acertado um golpe baixo, obviamente, ficou com a alcunha de Judas.

Uma senhora (ao que me parece, fazia parte da organização do evento) tentava bravamente convencer os gatos pingados a prestigiar o evento. "Lá em cima está tendo tal coisa, está sendo legal, vão lá ver".

As compras...
Não tinha a barraquinha de mangá. O que cogitei comprar foram os bonequinhos, também conhecidos como “action figures”...  Tinha alguns legais, como o Gavião Arqueiro e do Pistoleiro. Mas não sou fã deles... o que eu queria mesmo era o do Capitão Marvel. Porém o acabamento da pintura não me agradou muito.
Parecia que eu sairia de lá de mãos abanando, mas eis que surge entre as névoas da desesperança uma caixa cheia de formatinhos. Opa! Não pensei duas vezes em revirá-la. Comprei algumas edições pelas capas que mais me chamaram a atenção e estavam em bom estado.

O evento se encerraria às 18 horas, mas devido ao fraco movimento algumas bancas começaram a desarmar por volta das 15:00 horas. Dali em diante nos restou encostar no muro da quadra e conversar para passar o tempo.

E esta foi a minha visão do evento... uma pena, eu estava disposto a gastar até o último centavo. Mas quem sabe no ano que vem... Até a próxima!

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Anime Friends 2017

O principal objetivo de um evento de anime é arrancar o máximo de dinheiro do público. Mas isso não significa que não possamos nos divertir dentro dele.

Saudações, ilustríssimos visitantes! Na postagem de hoje contarei um pouco da ida ao último dia do Anime Friends, ocorrido no domingo (09/07/2017). 

A ida...
Finalmente chegou o dia. Mochila nas costas e lá fomos em busca de aventura. Encontramos o restante da turma no estacionamento ao lado da rodoviária de Peruíbe. Elienai ia levando os apetrechos do seu cosplay e ele fez mistério, não revelou qual seria. A caravana dividiu-se em duas vans. Eu e minhas sobrinhas entramos e fomos para o fundão. A diversão começou durante a viagem. Nada melhor do que brincadeiras e um pouco de bullying para passar o tempo na estrada.

A chegada...
Desembarcamos no Transamerica Expo Center e de cara já havia alguns supostos universitários tentando nos empurrar revistas. Só que eu fui psicologicamente preparado para não gastar dinheiro antes da entrada. Nosso organizador e amigo Elienai, irreverente como sempre, distribuiu para o pessoal da fila seu handspinner artesanal.
E finalmente adentramos os portões do Anime Friends, detalhe que não houve revista para entrar, em minha opinião foi um ponto falho da segurança. Apenas olhavam e permitiam a entrada de quem estava com a pulseirinha preta.
Créditos da imagem: Elienai Muniz

Dentro do evento...
Em alguns locais era difícil caminhar com tanta gente transitando. Por outro lado, as instalação estavam mais adequadas, se comparadas ao ano passado. Haviam mais locais com banheiros, o que fazia as filas se tornarem raras. Circulamos um instante pela praça de alimentação e nada de novidade, os preços sempre nas alturas. Dá a impressão de formação de cartel, mas fazer o que, comida é uma necessidade então muitos aceitam os preços absurdos. Por experiência da edição 2016 decidimos levar lanche. Como não havia locais para sentar, lanchamos no chão mesmo.

Banda Carapuça...
Enquanto as meninas ficaram tirando fotos dos cosplayers, eu queria ver a apresentação da banda Carapuça. Fizeram uma apresentação barulhenta e empolgante, apesar do pouco público em frente ao palco. Destaque para a versatilidade do vocal, que ia dos agudos ao gutural de forma insana. O restante da banda também não ficou devendo em nada. Eles tocaram alguns covers e músicas autorais também. Achei bacana a atitude do vocalista em descer do palco e cumprimentar as pessoas.
Uma das músicas tocadas no evento.

Evitando as facadas...
Terminado a apresentação da Carapuça, eu fui olhar os estandes de mangás e HQs. Havia muita coisa legal, mas os preços eram o problema. 70? 150? 300? Tenha dó, eu não ganhei na loteria. O mesmo se podia dizer daqueles bonequinhos de personagens de anime. (action figure é o cacete! O nome é e sempre será boneco). Saudades do tempo em que se podia comprar vários deles nas lojas de 1,99.
"Faça elevaaar o cosmo no seu coração..."

O duelo...
Encontrei o Elienai e fomos para a luta de espadas. De um lado, o Gladiador do Império do Caraguava, do outro, o Cavaleiro Negro do Reino de Veneza. Foram duas batalhas intensas onde ele venceu as duas. Enfim, eu sou brasileiro e não desisto nunca, em 2018 estaremos lá novamente. Como diria Rocky Balboa "Não importa o quanto você bate, mas sim o quanto aguenta apanhar e continuar. O quanto pode suportar e seguir em frente. É assim que se ganha". A dupla que lutou antes de nós pediu para que filmássemos eles, em troca da gentileza eles filmaram a nossa luta. Em breve postarei o vídeo.

Na jogatina...
Em meio às andanças pra lá e pra cá, sem rumo, ainda deu tempo de assistir um pouco da apresentação do Bittencourt Project, do guitarrista do Angra, Rafael Bittencourt. Tocou a minha música favorita, “O pastor”. Não posso dar mais detalhes porque não assisti até o final. Após isso fomos procurar algum jogo no estande da Devir. Carcassonne Star Wars, achei este jogo muito legal. O jogo estava indo bem, até a moça do estande mostrar que estávamos jogando de forma errada. Tudo bem, até que gostei e pensei em levar o jogo. Mas não tive coragem de perguntar o preço com medo de ter um infarto. Enquanto isso a banda japonesa Asian Kung Fu Generation estava tocando no palco próximo dali.
Finalmente vimos o cosplay do Elienai. Ele foi ao vestiário e quando voltou passou perto de nós achando que passaria batido. Eu o reconheci pelo tênis. Estava trajado de Sem Rosto, personagem de "A viagem de Chihiro".

Hospital Kervorkian...
Elienai tentou me convencer a entrar no Hospital Kervorkian, mas eu fiquei de fora. Fui chamado de “arregão”, mas não entrei. Coisas temáticas de terror são o tipo de coisa que não me atraem. Minutos depois encontrei minhas sobrinhas e elas já tinham me convencido a entrar, porém, quando chegamos, Elienai nos contou o quão horrível foi... desperdiçar 15 contos de réis em algo muito paia. Aí desistimos de entrar.

Faltando 1 hora para terminar...
Em meio a tanta coisa cara, em se tratando de arte, o ponto positivo do evento foi o Beco dos Artistas. Onde se podia comprar ilustrações, HQs, mangás e livros com preços acessíveis, de qualidade e ainda ganhar um autógrafo do próprio autor. Comprei três livros sobre a 1ª e 2ª guerras, do Julius Ckvalheiyro, que acabou me fazendo um bom desconto e ganhando um fã.

Era final de evento e cismei de entrar no estande da Panini, haviam muitos títulos conhecidos, (Dragon Ball, Cavaleiros, Beelzebub, etc.) todos com 25% de desconto. Ainda assim não compensaria, no meu caso. Não seria legal levar duas ou três edições de uma série e ficar com a coleção incompleta. Por isso tenho preferência por one-shot e séries em poucas edições. E foi isso o que eu encontrei no estande da New Pop. Por que eu não entrei lá antes?! Por que?! Haviam alguns títulos por 5 contos, comprei os três volumes de Hollow Fields e as duas edições de Street Fighter. Valeu muito a pena!

Conlcusão
O Anime Friends está para o anime assim como o Rock in Rio está para o rock. Ou seja, animes deixaram de ser o foco há muito tempo. O que se vê é uma tentativa da Yamato (produtora do evento) de atrair vários públicos, gamers, kpoppers, roqueiros, fãs retardados de youtubers retardados, enfim, toda sorte de criatura que tenha dinheiro pra gastar. O que torna o evento visualmente bonito são os cosplayers. E se você como eu, gosta de quadrinhos, mangás, dê uma chance aos artistas independentes, você encontrará muita coisa barata e com ótimo conteúdo.
Resumo da ópera: foi ótimo! Eu me diverti, as minhas sobrinhas se divertiram e isso é o que importa. Vamos com certeza levar boas lembranças deste dia.

Até a próxima!

terça-feira, 23 de maio de 2017

Peruíbe Fest 2017

Minha ida ao Peruíbe Anime Fest - 21/05/2017
Saí na última sexta-feira à procura de ingressos, mas já havia acabado no Raboni. No sábado consegui comprar na Wizard. Por esse motivo havia a expectativa que o evento estivesse lotado. As águas caindo e lá fomos nós a pé. Eu, minhas sobrinhas e mais um amigo. Não sou contra a chuva, ela é bem vinda. Mas bem que São Pedro poderia ter marcado pra chover em outro dia.

Resumo da ópera...
Chagamos às 14:00 horas. Geralmente, em meia hora eu consigo ver tudo que há pra se ver. Mas dessa vez eu prometi a mim mesmo que iria ser paciente. Próximos à entrada ficavam as salas de oficina de pintura, batalha campal (pra quem quisesse dar espadadas no amiguinho) e a sala onde a jogatina de cartas acontecia. Comparações com a edição do ano passado são inevitáveis. Até aquele momento não se via nenhum colplayer. Diferente de 2016, quando havia maior quantidade destes seres zanzando por lá.

Demos uma passada pelas barracas de bugigangas. Só dando uma olhada, como quem não quer nada. Depois subi as escadarias para olhar o que se passava lá em cima, mas até aquele momento não havia nada de interessante. Desci e fiquei por alguns minutos olhando a chuva cair e lamentando por meus pés já estarem molhados.

Mais uma volta aleatória pelas dependências do local e vou parar na banca dos mangás. Achei algumas coisas interessantes, como exemplares de Dragon Ball e CDZ. Em HQs o que me chamou atenção foi um livro de Sandman, fiquei tentado a querer possuí-lo. Mas o preço me fez mudar de idéia... Cansado de ficar embaixo subi novamente para ver se tinha alguma novidade lá em cima, assim que cheguei já havia acabado o concurso de cosplay.

Um milagre aconteceu! Finalmente em um evento de anime eu tirei o escorpião do bolso para comprar algo que não fosse comida. Comprei um mousepad, pois de fato eu estava precisando de um novo e o preço não estava abusivo. E foi só!

Por volta das 17:30 algumas barracas já estavam guardando suas mercadorias. Ouvi um vendedor de uma banca perguntar todo sorridente pra banca vizinha “O evento foi bom pra vocês?”, a moça não respondeu nada, só fez uma cara de quem chupou limão. 

Por fim...
Uma coisa que eu sinto falta em eventos de animes é um estande voltado para venda de materiais de desenho. Há oficina de desenho/pintura, mas nada específico para quem queira levar os materiais para casa e praticar. Enfim, o evento foi fraco se comparado ao ano passado. Mas como esta foi minha segunda vez no Anime Fest, me senti mais familiarizado ao ambiente, apesar da chuva ter atrapalhado um pouco (ou muito, dependendo de outros pontos de vista).
E claro, não poderíamos ir embora sem antes tirarmos um foto de dentro da casinha. Já é tradição.
Créditos da imagem: Iza Guimarães

Até a próxima!

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Introspectiva 2016

Saudações, caros visitantes!
Minha intenção era fazer uma retrospectiva dividida em duas partes. Uma relatando as coisas ruins e outra sobre as coisas boas que aconteceram em 2016. Quando eu terminei de escrever a primeira parte eu percebi que ia ser um post muito pesado, então descartei. O que vocês verão aqui é só a parte boa. As razões que me fizeram tirar a corda do pescoço de descer da cadeira, pelo menos por enquanto.

As bandas que conheci
Heavy Metal é vida, e eu estou sempre procurando por bandas novas, mesmo que sejam iguais as que eu já conheço. Por exemplo: Derdian, Iron Mask, Hibria, Validor e Third Dim3nsion. 2016 foi também o ano tirei a pulga detrás da orelha e fui ouvir bandas pelas quais eu torcia o nariz, como: Avenged Sevenfold, Five Finger Death Punch, e Zumbis do Espaço.

Uma amiga dentro da família
Talvez nos anos anteriores eu tenha sido um tio distante. Mas nesse ano houve uma aproximação da minha sobrinha. Não tem coisa mais linda do que ver aqueles olhinhos de jabuticaba brilhando toda vez que vem me mostrar uma música nova. Às vezes até implico com o gosto musical dela. Mas não é por que eu acho ruim. É simplesmente para provocar uma reação.
Cada dia eu admiro mais essa menina. Tão gentil e ao mesmo tempo questionadora. Nesse ano eu não pude ir a todos os debates que ela participou na escola, mas pude ir a um. Mesmo não concordando com o lado que ela defendia eu fiquei na torcida. E como ela estava graciosa em sua apresentação de balé. Imagina, eu, um pretenso metaleiro, assistindo a uma apresentação de balé. Outro momento marcante foi em sua formatura. Eu que nunca me imaginei usando uma camisa social tive que sair a procura de uma só pra estar lá. Mas valeu a pena e eu fiquei muito feliz em estar presente nesses momentos.

Criação do blog I.N. DreamQuest
Como já contei em outras postagens, o início de 2016 foi melancólico pra mim. O que  me motivou a fazer dois desenhos que eu postei no Facebook. Foi aí que a Iza deu a ideia da criação do blog. Desde então, aqui tem sido o meu canto onde posto desenhos, histórias, experiências pessoais, etc.

Idas ao cinema

Consegui assistir Deadpool (estreia), Batman vs Superman e Esquadrão Suicida. E nesse ano pretendo ir mais vezes, custe o que custar.

Anime Friends
Em relação ao evento, não foi como eu imaginava. Saí daqui disposto a gastar e voltar de lá falido, mas se eu fizesse isso voltaria falido de verdade. Mas só de estar na companhia de duas pessoas que eu amo valeu a pena ter ido.

Surpresa
Só quem já foi roubado sabe como é a sensação de impotência e a revolta. Pois é, um F.D.P. furtou a minha bicicleta no centro de Peruíbe. Podia não ser grade coisa, mas pra mim era importante. Pra quem não é motorizado é o meio de transporte que se usa para trabalhar e sair por ai. Dois dias depois o pessoal da escola onde trabalho me apronta uma surpresa... Fizeram uma vaquinha e me compraram uma bicicleta nova. O que me fez suar pelos olhos. 

Terminar a faculdade
Um peso saiu das minhas costas. Finalmente acabou. Não fosse pelo meu amigo Elienai eu já teria largado o curso de Pedagogia três anos atrás. Finalmente tenho de volta as minhas noites e finais de semana sem me preocupar com prazos de entrega das atividades. Que venha a formatura!

E esses foram os acontecimentos que me motivaram a estar aqui vivo. Talvez eu tenha esquecido de algum, se eu me lembrar atualizarei o post. Enfim, só tenho a agradecer às pessoas que fizeram parte da minha vida em 2016. Muito obrigado!

Vamos começar tudo de novo!