quinta-feira, 30 de janeiro de 2020

Os animes que assisti em 2019 - Dos piores aos melhores.

Acho que nem na minha infância eu havia assistido tanto desenho como em 2019 (talvez essa tenha a sida a causa do meu aumento de peso). Eu poderia estar fazendo outra coisa, como pular corda ou saltitando por aí. Mas não...
Vamos ao que interessa!

Começando pelo o que eu não gostei e me deixou com aquela sensação de perda de tempo:

Chōjin-Kokoseitachi wa Isekai demo Yoyu de Ikinuku Yōdesu!
Já passei raiva no primeiro episódio. Só assisti até o final por que precisava de material para indicar na pesquisa (aliás, entre >aqui< e vote). Sete alunos especiais vão para em outro mundo se tornando heróis. Onde que eu já vi isso mesmo? O personagem Masato (capitalista malvadão) foi o que mais me cativou nos episódios seguintes. Quando a história começou a se desenvolver eu perdi o interesse.

Cop Craft

A idéia parecia interessante. Dois protagonistas totalmente antagônicos, um policial bruto e uma elfa/alienígena esnobe precisam trabalhar juntos para desvendar um crime envolvendo elementos sobrenaturais. Lembrou aquelas séries policiais americanas. Como pano de fundo envolve temas delicados como a política, imigração e conspiração. Fiquei com a sensação de que encheram linguiça na história, que poderia ser menos enrolada. Ficaria melhor se fosse na forma de filme.

Shinchou Yuusha: Kono Yuusha ga Ore Tueee Kuse ni Shinchou Sugiru
Mais um zé roela que vai parar em outro mundo e se tornar herói. Esse é mais voltado para comédia.  Mas em se tratando de humor japonês eu não consigo achar graça nenhuma. Pra evitar de passar raiva eu parei de assistir no segundo episódio.

Nanatsu no Taizai

Assisti o primeiro episódio e parei. Não que eu seja um lacrador desses que fica procurando pelo em ovo. Aliás, até admiro o fato dos japoneses estarem pouco se lixando para opiniões do mundo ocidental. Minha nossa! A verdade é que eu não tenha mais idade pra esse tipo de anime, nem tenho paciência pra aturar personagens sonsas como Elizabeth.

Agora vamos falar de coisa bôa! Aquilo que eu gostei e recomento que assistam:


Vinland saga
Teve alguns momentos mais parados. Protagonista sem carisma. Mas em se tratando de uma obra com fundo histórico fugiu dos clichês dos shonens de lutinha. É impossível odiar um vilão como Askeladd. O final me surpreendeu. Só depois de terminar eu fui perceber que a lenda se cumpriu. Arturius tinha salvo a Britânia dos bárbaros. Expectativas altas para a próxima temporada que deverá focar no Thorfinn.

Demon Slayer, tamém conhecido como Kimetsu no Yaiba
Só me interessei pelo anime por causa do design do vilão ser baseado no Michael Jackson.
Senão não dava nem bom dia.
Trata-se de um shonen de lutinha cheio de clichês. Mas isso não quer dizer que seja ruim. Pelo contrário. A história é simples e envolvente. Cada um dos personagens centrais tem alguma característica marcante, mas que podem mostrar um outro lado quando a situação exige. 


Tate no Yuusha no Nariagari
Ok. Este é um anime em que um cidadão jovem vai parar n'um mundo medieval. Mas o que tem de diferente dos outros? Ele me cativou pela empatia que o protagonista nos causa. Naofumi sofreu no início com as injustiças causadas pela vilã. Mesmo sozinho conseguiu progredir como herói. E no decorrer da série foi arregimentando pessoas para o seu bando.


Dororo
Eu havia lido o mangá um tempinho atras. E foi uma baita surpresa ver que havia sido feita animação. Gostei do design das personagens e adaptação como foi feita. Mudaram alguns detalhes da obra do Tezuka, mas o enredo principal foi mantido.


Yakusoku no Neverland
Quando fui assistir ao primeiro episódio achei que seria mais um shonen de aventura ou algo do tipo. Não. Aquelas carinhas sorridentes e esperançosas eram só um disfarce para o lado sombrio da obra. Um grupo de crianças descobre que eram criadas para servirem de alimento para monstros e planeja uma fuga. Isso me lembrou o mangá Starving Anonymous, porém com foco maior no suspense.


Kabaneri of the Iron Fortress
Depois de assistir a última temporada de Shingeki no Kyojin e ansioso por mais, vou atrás e descubro esta pérola. Tem pessoas vivendo em muralhas e sendo atacadas por monstros. O protagonista é tratado como ameaça mas mesmo assim se dispõe a salvar os humanos. Podia ser o Erem, mas não é. Quando eu descubro que o diretor dessa obra é o mesmo das duas primeiras temporadas de Shingeki, tudo fica explicado.

Isso não foi tudo, ainda tive tempo para assistir Yuyu Hakusho, Babylon e Karakuri Circus. E por hoje é só. Espero que tenham gostado da postagem. Mentira... Não espero nada, não.
Até a próxima!

sábado, 11 de janeiro de 2020

Retrospectiva 2019 e objetivos para 2020

Desabafo de alguém que está cansado.


Sobrevivi a mais um ano... Não sei se fico feliz ou apavorado. 2019 para mim foi cheio de altos e baixos para mim. Após dois anos acabei abandonando a academia. Não foi por falta de dinheiro. Eu estava desmotivado, estressado  e com raiva...
Também não havia sentido tanto ódio da natureza. Chuva, umidade, água, enchente, chuva, lágrimas, chuva... A natureza é o pior inimigo do ser humano. Contra ela nada podemos fazer.
Perdi a vontade de desenhar... A única coisa em que sou bom não preenche o meu vazio existencial.
Estive a ponto de surtar no início do ano. Nunca me senti tão só. Mas tudo passa... Essa núvem negra passou.

Mas vamos falar de coisa bôa!

Realizei obras na minha casa. Agora temos uma garagem, um muro e um portão decente. Reformei um dos quartos que estava ocioso, reboquei o corredor por fora. Ainda há muito o que fazer.

Consegui ir em três eventos relacionados aos meus passatempos. Dois em São Paulo e um aqui na minha cidade. O melhor pra mim foi o Festival Guia dos quadrinhos.
Consegui ir 4 vezes ao cinema na companhia de amigos e familiares. Sem dúvida foram os melhores momentos.


Neste ano consegui poupar dinheiro diminuindo a compra de quadrinhos. Aprendi a filtrar melhor e ter paciência para esperar promoções. Ainda li bastante coisa que estava acumulada na minha estante.


Meus objetivos para este ano são:

Emagrecer 5kg até o final de janeiro. Depois perder mais 5kg até o final de fevereiro, quando entrarei de férias do tripalium. Para isso comecei a correi na beira da rodovia. 5km 3x por semada, e também regulei a minha alimentação.


Conseguir me livrar de uma obsessão que me consome e me faz perder tempo com uma ilusão.

Quero ir dirigindo daqui até a capital. Se eu for e voltar sozinho tenho certeza que terei confiança para ir a qualquer lugar.


Aprender algo novo. Seja lá o que for. E é só. Não tenho muitas expectativas para esse ano.

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Otome-DreamQuest Awards 2019!


Está aberta a votação para a segunda edição do Otome-DreamQuest Awards!
Nesta edição serão eleitos os melhores personagens e animes que foram destaque em 2019.
Obs: a votação será até o dia 24/01/2020. 


terça-feira, 30 de julho de 2019

Vida longa ao Rei

Saudações, ilustres visitantes deste humilde blog que vos escreve!
Se prepare, se prepare, se prepare... (isso não sai da minha cabeça)
Se prepare, porque hoje a postagem é feita com muito esmero, diferente da última que foi feita nas coxas.
Então vamos lá!

O filme mais impactante do momento está sendo o remake do Rei Leão. Não seria para menos. Mexer com a nostalgia de milhões de crianças adultas é sempre algo delicado. De modo geral, a tendência é achar que a obra original vai ser sempre a melhor e que o "novo" vai estragar o que foi feito. É, mas nem sempre.

Nesta sexta-feita eu fui à Praia Grande, para assistir a apresentação de ballet de minha sobrinha. E aproveitando o tempo livre, passei no Shopping e não perdi a oportunidade de  assistir o filme Rei Leão.

Sobre o enredo do filme, não há muito o que falar. A história é exatamente a mesma da animação (1994). Embora alguns chamem de live-action, as personagens e os cenários são todos em CGI, extremamente realistas diga-se de passagem dando a impressão que foram usados animais de verdade. Talvez por isso, a falta de expressões não me fez falta.

Algumas diferenças que notei enquanto assistia...
O Mufasa aparece lindo, imponente, com a juba tratada a palmolive. Já o Scar, foi feito com a mesma coloração, porém, sem brilho e com um aspecto de mal cuidado. Na minha opinião, a cicatriz poderia ter sido mais evidente. Outra mudança na personalidade do vilão, se na obra original ele tinha um tom sarcástico, aqui ele está mais sombrio, exalando maldade em cada palavra mesmo falando manso.

As músicas de modo geral não me decepcionaram. Em novas versões ainda são capazes de emocionar e acionar o gatilho nostálgico da criança em cada um de nós. É o ciclo sem fiiiiiimmm... Que nos guiaraaaaaa....
A música cantada pelo Scar é diferente da original, mas ainda assim é arrepiante, começa com ele declamando os primeiros versos e vai crescendo, com as hienas cantando o refrão em côro, até chegar em um clímax impactante.



Em relação à dublagem, considerando que os escolhidos teriam de dublar e cantar, acertou em partes, pecou em outras. Positivamente eu destaco as vozes de Rodrigo Miallaret (Scar) dando uma nova abordagem ao vilão e Saulo Javam (Mufasa) emprestando seu vozeirão ao rei. Só não gostei muito da Iza dublando a Nala. Cantou muito bem a música, mas aquele sotaque carioca foi de sangrar os ouvidos: Ixcaar... Enquanto a dupla dinâmica Timão e Pumba, não foi ruim, mas ainda tenho gravado na memória as vozes originais... aí fica difícil fazer uma avaliação justa.

Ao final do filme, me levantei da poltrona satisfeito, pois valeu cada centavo. Fiquei feliz pela Disney ter respeitado o roteiro. Tendo em vista que a moda dos últimos tempos é cagar nos clássicos. Houveram pequenas mudanças, sim. Mas nada que provoque a ira das crianças adultas. Então, se tiver um tempinho, vá assistir porque é um filmaço!
Pequeno spoiler: Você não verá o Timão dançando ula-ula para distrair as hienas.

sábado, 20 de julho de 2019

Anime Friends 2019


Após um pequeno hiato, voltamos ao Anime Friends, e fomos no último dia (domingo, dia 14 de julho). Fomos em sete pessoas (Sete otakus e um destino) espremidas dentro de uma Towner velhinha. Eu fui com grande expectativa para esse evento. Já havia separado uma boa quantia para torrar em mangás. Chegamos sem problemas, o acesso ao evento foi rápido para quem comprou ingresso antecipado.
Só lamento pelo nosso colega que havia levado lanche para uma semana, mas acabou tendo de jogar fora devido a fiscalização tê-lo apanhado com produto não industrializado. O que não é permitido segundo as regras. O regulamento também não permitia entrada em trajes impróprios, mas era possível ver pessoas andando seminuas dentro do evento. Vai entender.

Eu esperava mais...
Se meu foco eram os mangás, fui eu peregrinar pelos estandes das editoras. A poderosa Panini estava dando descontos de 20%. Era possível entrar e ver os produtos nas prateleiras, haviam muitos lançamentos, um mais caro que o outro. Francamente, na internet é possível encontrar descontos mais atraentes. Eles ainda estavam promovendo um quiz e distribuindo brindes.
O estande da Newpop tinha preços mais acessíveis, mas infelizmente eram para obras que pouco me interessam (com exceção de GTO). Ao lado, tinha uma bonecão enorme de pelúcia do Kyubey, onde as pessoas podiam tirar fotos.
A JBC me decepcionou, eu até cogitei comprar o Hokuto no Ken, porém, não era permitido entrar no estande. Os interessados ficavam do lado de fora em duas filas, uma para olhar o catálogo e outra para comprar os mangás. O que deu pra fazer foi tirar uma foto em cima da moto do Akira.
A Comix tinha uma variedade maior, alguns produtos baratos (só os refugos) e outros superfaturados (difíceis de encontrar). Descontos? Só em compras acima de 100 taokeys. Valia a pena para quem estava a procura de revistas mensais. Só peguei o Capuz Vermelho Nº 1.

O que chamou minha atenção
Uma parada para o lanche e o que resta é caminhar sem rumo. Outra parada para ver a apresentação da banda Aurabreak. Na hora eu achei fosse a banda Carapuça (que esteve no AF 2017), na verdade o vocalista era o mesmo. Andei, andei, andei... até que passando por uma barraca encontrei um pacote com os mangás de Vinland Saga 1 ao 9. Consegui um desconto pagando em dinheiro. Exausto, fui procurar um lugar para descansar. Bem em frente á praça de alimentação estava rolando a luta livre. Na minha opinião, foi o melhor entretenimento do evento. Em eventos anteriores não tinha como assistir (devido a multidão se aglomerar na frente), mas foi muito legal. Alguns golpes são plasticamente bonitos de se ver.
Imagem meramente ilustrativa.
Não tirei foto das lutas, então se contente com os minions brigando.


Antes do final
Eu não podia vir embora sem antes comprar algum material independente. Comprei o "Chaos" do Felipe Folgosi. Ele foi muito simpático e até autografou o meu exemplar. Se tínhamos nos livrado dos "formandos" na entrada, na saída uma deles me deixou puto. Ficou insistindo para que eu comprasse umas bugigangas, quando eu me livrei do infeliz não sabia pra onde ir. Na volta a Towner começou a dar problema na direção e a descida da serra foi dramática. Teve gente que veio rezando.

Considerações
De todos os AFs que fui, este foi o menos atraente para mim. Minha expectativa maior era em relação aos mangás e HQs, que não foi plenamente satisfeita. O que salvou foi a luta livre. Ainda assim, serviu para matar a vontade de aventuras nas férias.
Até a próxima!

domingo, 21 de abril de 2019

Festival Guia dos Quadrinhos 2019

Saudações, ilustres visitantes!

Nesta postagem irei contar um pouco da ida ao Festival Guia dos Quadrinhos. O evento ocorreu nos dias 13 e 14 de abril e nós fomos no segundo dia, um nublado domingo. O local a sediar o evento foi o Hakka Plaza, em São Paulo. Como eu comprei os ingressos antecipados, na opção de ingresso social, teria de fazer doação de 2 quadrinhos por pessoa. Foi uma ótima oportunidade de desovar algumas revistas que eu não queria mais. (Venom #1, Fábulas para Sempre #1 e #2, LJA da América, Deadpool Extra e outros refugos). Na entrada ganhamos alguns cards comemorativos dos 80 anos do Batman.
Painéis de personagens Disney na entrada do evento.

O FGDQ é organizado pelos criadores do site Guia dos Quadrinhos, que é uma espécie de wikipédia das HQs, onde é possível catalogar e pesquisar informações a respeito de qualquer título ou publicações existentes no Brasil. Sempre acesso antes de fazer uma comprar ou iniciar uma coleção.

O espaço era pequeno se comparados a outros eventos com maior variedade de atrações.  Mas por ser algo voltado especificamente aos quadrinhos estava de bom tamanho. As barracas estavam bem alinhadas e havia de tudo um pouco. Caminhando e garimpando de banca em banca consegui encontrar algumas coisas que eu queria. As minhas prioridades eram 1º Lanterna Verde, 2º Justiceiro, 3º Capuz Vermelho e em 4º o que fosse interessante em custo/benefício.
Vista do mercado de pulgas no andar superior.

No andar superior havia uma "praça de alimentação" na verdade era um espaço com uma lanchonete e algumas mesas. Por sorte já levamos pão e frios para fazer uma lanche na mesa deles. Havia um corredor ao lado uma pequena exposição dos 80 anos do morcegão e um espaço para quem tivesse interesse em aprender mangá.
Desse lado ficava a área reservada para alimentação.

Depois de muito andar meu amigo Elienai me convenceu a subir para a parte dos jogos. Jogamos uma partida e depois descemos. Francesco Guerrini estava no estande da editora Culturama, dando autógrafos e fazendo sketch dos personagens Disney, cheguei a entrar na fila, mas estava demorando demais, até que eu desisti no final. O Elienai e as meninas ficaram insistindo para que eu voltasse para a fila, mas eu já estava satisfeito com o evento, e pegar autógrafo do Guerrini não era minha prioridade. Então fica para a próxima.
Francesco Guerrini dando autógrafos.

Infelizmente não encontrei nada do Capuz Vermelho, mas em compensação... encontrei as duas edições de LJA - Justiça (da Eaglemoss) com a arte maravilhosa do Alex Ross. Mas eu não queria levar devido ao preço. Elienai vendo meus olhos brilharem pediu pra esposa pechinchar... e não é que ela conseguiu as duas por 40.

 LJA: Justiça, partes 1 e 2. (Eaglemoss)

Lanterna Verde: Hal Jordan Procurado, mensais dos LV, fase Renascimento do #1 ao #4 e Amanhecer Esmeralda em formatinho. (Será que gosta de Lanterna Verde?) 

Justiceiro #8 e algo que eu não esperava encontrar, mas que o destino jogou na minha frente: Lobo - Manual do Caçador de Recompensas, essa revista é muito legal, o lobo também é um dos meus personagens favoritos. E ainda comprei duas miniaturas de chumbo pra enfeitar a minha estante.

Antes de vir embora, não podia sair de lá sem trazer um material independente autografado pelo autor. Olhos Insanos, de Eric Peleias, um material que eu recomendo. O protagonista me lembrou o personagem do filme Clube da Luta.

Como podem ver, voltei trazendo na mochila algumas aquisições interessantes (pelo menos pra mim), e um detalhe, por um preço justo, sem precisar vender um rim. Mas o melhor de tudo mesmo foi ter ido acompanhado dos melhores seres humanos do meu círculo social e familiar! Valeu muito a pena. E com certeza no próximo ano irei novamente!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Otome-DreamQuest Awards 2018!

Senhoras e Senhores!

Os blogs Quase-Otome e INDQ têm a honra de colocar em votação os melhores personagens e animes de 2018, incluindo alguns nem tão recentes também.