domingo, 21 de abril de 2019

Festival Guia dos Quadrinhos 2019

Saudações, ilustres visitantes!

Nesta postagem irei contar um pouco da ida ao Festival Guia dos Quadrinhos. O evento ocorreu nos dias 13 e 14 de abril e nós fomos no segundo dia, um nublado domingo. O local a sediar o evento foi o Hakka Plaza, em São Paulo. Como eu comprei os ingressos antecipados, na opção de ingresso social, teria de fazer doação de 2 quadrinhos por pessoa. Foi uma ótima oportunidade de desovar algumas revistas que eu não queria mais. (Venom #1, Fábulas para Sempre #1 e #2, LJA da América, Deadpool Extra e outros refugos). Na entrada ganhamos alguns cards comemorativos dos 80 anos do Batman.
Painéis de personagens Disney na entrada do evento.

O FGDQ é organizado pelos criadores do site Guia dos Quadrinhos, que é uma espécie de wikipédia das HQs, onde é possível catalogar e pesquisar informações a respeito de qualquer título ou publicações existentes no Brasil. Sempre acesso antes de fazer uma comprar ou iniciar uma coleção.

O espaço era pequeno se comparados a outros eventos com maior variedade de atrações.  Mas por ser algo voltado especificamente aos quadrinhos estava de bom tamanho. As barracas estavam bem alinhadas e havia de tudo um pouco. Caminhando e garimpando de banca em banca consegui encontrar algumas coisas que eu queria. As minhas prioridades eram 1º Lanterna Verde, 2º Justiceiro, 3º Capuz Vermelho e em 4º o que fosse interessante em custo/benefício.
Vista do mercado de pulgas no andar superior.

No andar superior havia uma "praça de alimentação" na verdade era um espaço com uma lanchonete e algumas mesas. Por sorte já levamos pão e frios para fazer uma lanche na mesa deles. Havia um corredor ao lado uma pequena exposição dos 80 anos do morcegão e um espaço para quem tivesse interesse em aprender mangá.
Desse lado ficava a área reservada para alimentação.

Depois de muito andar meu amigo Elienai me convenceu a subir para a parte dos jogos. Jogamos uma partida e depois descemos. Francesco Guerrini estava no estande da editora Culturama, dando autógrafos e fazendo sketch dos personagens Disney, cheguei a entrar na fila, mas estava demorando demais, até que eu desisti no final. O Elienai e as meninas ficaram insistindo para que eu voltasse para a fila, mas eu já estava satisfeito com o evento, e pegar autógrafo do Guerrini não era minha prioridade. Então fica para a próxima.
Francesco Guerrini dando autógrafos.

Infelizmente não encontrei nada do Capuz Vermelho, mas em compensação... encontrei as duas edições de LJA - Justiça (da Eaglemoss) com a arte maravilhosa do Alex Ross. Mas eu não queria levar devido ao preço. Elienai vendo meus olhos brilharem pediu pra esposa pechinchar... e não é que ela conseguiu as duas por 40.

 LJA: Justiça, partes 1 e 2. (Eaglemoss)

Lanterna Verde: Hal Jordan Procurado, mensais dos LV, fase Renascimento do #1 ao #4 e Amanhecer Esmeralda em formatinho. (Será que gosta de Lanterna Verde?) 

Justiceiro #8 e algo que eu não esperava encontrar, mas que o destino jogou na minha frente: Lobo - Manual do Caçador de Recompensas, essa revista é muito legal, o lobo também é um dos meus personagens favoritos. E ainda comprei duas miniaturas de chumbo pra enfeitar a minha estante.

Antes de vir embora, não podia sair de lá sem trazer um material independente autografado pelo autor. Olhos Insanos, de Eric Peleias, um material que eu recomendo. O protagonista me lembrou o personagem do filme Clube da Luta.

Como podem ver, voltei trazendo na mochila algumas aquisições interessantes (pelo menos pra mim), e um detalhe, por um preço justo, sem precisar vender um rim. Mas o melhor de tudo mesmo foi ter ido acompanhado dos melhores seres humanos do meu círculo social e familiar! Valeu muito a pena. E com certeza no próximo ano irei novamente!


sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

Otome-DreamQuest Awards 2018!

Senhoras e Senhores!

Os blogs Quase-Otome e INDQ têm a honra de colocar em votação os melhores personagens e animes de 2018, incluindo alguns nem tão recentes também.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

Retrospectiva 2018 e Expectativas para 2019

Saudações ilustres visitantes!
O INDQ ainda está vivo.
Depois de quatro meses fora do ar, por onde devo começar?

Vamos começar relembrando os objetivos lá do começo do ano (2018), ok?
Do começo do ano até a presente data, estou seguindo firme com as reformas na casa. E uma coisa acabou levando a outra. A prioridade de agora em diante é melhorar a fachada e o quintal de casa, as demais podem esperar um pouco mais.

Sobre a academia, eu mantive o corpo do início de 2018, devido a um forte motivo fui obrigado a dar um tempo durantes os meses de Setembro e Outubro. E mesmo nesse período não engordei, o que já foi algo positivo, graças a dieta do frango com ovo.

Eu esperava sair mais com meus amigos, mas não foi como eu imaginava. No máximo ir à lanchonete pra comer um X-tudo e jogar jogos de tabuleiro. As circunstâncias também não colaboraram muito... Precisamos melhorar isso aí. Como não teve caravana para ir ao Anime Friends, pelo menos pude ir com minhas sobrinhas ao WPF.

Sobre a idéia de buscar um novo emprego para esse ano, talvez ela precise ser revista, agora que tenho uma dívida pelos próximos três anos. Mas se o salário compensar, quem sabe. Eu busco sempre pular para o galho mais alto, nunca retroceder.

E desenhos, bem... até fiz alguns, mas nada que tenha um destaque grande. Confesso que estava sem vontade para desenhar. Para esse ano a meta é fazer pelo menos um por mês.

Mas como foi o Natal e o Ano Novo?
Até gosto destas datas, dos feriados, para ser mais específico. Mas acho as reuniões familiares cada vez mais desagradáveis. Tudo bem ser o esquisitão da família, mas a ser tratado como um retardado já é demais.

Quais as expectativas para esse ano que acaba de começar?
Nenhuma.

Vamos reformular a pergunta, metas?
Algumas.... Cortar gasto é uma delas. Inclusive já havia começado diminuindo as compras de quadrinhos e mangás. Filantropia é outro questão a se pensar. Visto que o local para onde eu contribuía começou a se tornar um pouco abusivo. Então, acho que chegou a hora de pensar um pouco mais em mim. A academia também, vou ter de procurar outras alternativas.

Mais alguma meta?
Sim, mandar alguém do meu trabalho ir à merda, com acento bem grave no A. Comprar uma arma, invadir o Pasto Municipal e sair atirando pra onde o nariz apontar. Parece absurdo? Sim, mas numa realidade alternativa eu já devo ter feito isso. Assim diz a voz da minha cabeça.


Mudando de assunto, você andou lendo muito quadrinho em 2018, quais foram os piores e os melhores?

Vamos começar pelos piores:
Fábulas para sempre - Educação Apática. "Um desperdício de dinheiro, tão ruim que não consegui nem terminar de ler."
Venom - 1: De volta ao lar "Dizem que no segundo encadernado melhora, mas eu não vou pagar pra ver."
Deadpool Extra - Deadpool vs Thanos "Aquisição do WPF, comprei pela capa. Deadpool só é bom nos filmes e olhe lá..."
Deadpool Clássico - vol. 5: O Salvador "Se o clássico já é ruim, imaginem as histórias atuais..."
Col. Histórica Marvel - Torneio de Campeões "Não é ruim, mas para os conceitos atuais soa bobo demais."

As melhores:
Guerra Civil "Melhor e mais completo que o filme"
Batman - Ano Um "Uma história realista, bem diferente dos roteiros que tornaram o morcegão no cara preparado pra tudo."
O outro cão que guarda as estrelas "Simplesmente um mangá lindo"
Crime e castigo "Ótima adaptação do livro"
Thor - O amaldiçoado "Um vilão divertido e um final surpreendente"
Green Blood "Seinen pra ninguém botar defeito, o bom é que não fica se arrastando."
Fullmetal Alchemist "O mangá com a melhor história, você vê que cada personagem não está ali só pra encher linguiça, tem uma participação importante em algum momento. O enredo não deixa pontas soltas."

Como vai ficar o blog para 2019?
Haverá uma pequena reformulação na parte editorial e dos conteúdos. Mas visualmente continuará com a mesma aparência.

Qual o motivo para o blog estar "devagar"?
É um conjunto de fatores. A principal forma de divulgação dos conteúdos desde o início se dava pelo facebook. Já faz alguns anos eu venho tendo ojeriza dessa rede anti-social, então eu tenho evitado entrar nela o máximo. E uma coisa leva à outra, sem visualização acaba a vontade de se dedicar em ficar escrevendo e criando conteúdo.


Votação: Os Melhores de 2018!
Em parceria com o blog Quase-Otome o INDQ está promovendo uma votação para eleger os melhores personagens e animes de 2018. Para acessar o formulário de votação basta clicar aqui.

domingo, 9 de setembro de 2018

Deadpool 2: [É ruim, mas é bom]

Não tive a oportunidade de ir ao cinema este ano. Tanto filme legal que teve, Pantera Negra, Vingadores – Guerra Infinita, Liga da Justiça. Então o jeito é assistir tudo pela tela do notebook. Hoje irei comentar um pouco sobre o Deadpool 2.

Os personagens:
Wade Wilson/Deadpool: Dispensa apresentações. Se no primeiro filme ele era um mercenário, pode-se dizer que neste filme ele tenta ser um herói (ou o mais próximo disso). O personagem passa por fases, começa alegre, após uma grande perda cai em depressão, e no final busca dar a volta por cima montando sua própria equipe.

Vanessa: A personagem foi deixada em segundo plano. Aparecendo na mente de Wade nos momentos em que ele perde a consciência.

Donimó: Personagem totalmente descaracterizada. Mas quem liga? Tenta convencer Wade que sorte é uma forma de poder mutante. No final esse fator fez com que fosse a única sobrevivente da X-Force.

Cable: O mesmo ator que interpretou Thanos. Veio do futuro para matar o assassino da sua família. Invade a prisão de mutantes à procura de Russell, mas é impedido por Wade e os dois acabam se enfrentando. Tem razão numa coisa: dudstep é pra boiola.

Russell: O garoto que solta fogo pelos braços. Estava encarceirado em uma prisão para mutantes, após ter sua amizade recusada por Wade se alia ao Fanático e foge. É o alvo de Cable.

Fanático: O grandalhão é o principal vilão do filme. Rasga Deadpool ao meio e ainda trava uma luta de CGI com o Colossus.

Colossus: O meu personagem favorito entre os coadjuvantes. Se mostra o típico herói altruísta, acreditando que podia fazer de Deadpool um membro dos X-Men.

Míssil Adolescente Megassônico: É... Teve menos destaque que no primeiro filme.

Shatterstar: O bonzão em tudo não era bom em pouso de paraquedas...

Bedlam: Outro que morre após o salto de paraquedas. Uma pena, eu esperava mais cenas do Terry Crews.

Outros: Al, a ceguinha; Dopinder, o taxista indiano; Fuinha, a cara de óculos, amigo de Wade; há outros personagens que não vale a pena citar.

Vamos ao filme...

O roteiro é fraco. Então para compensar enfiaram umas 500 referências de outros filmes e da cultura pop em geral. Mesmo que você não conheça todas, irá notar várias delas, e se lembrar de outras após assistir o filme.
O filme começa com o Deadpool se explodindo deitado sobre tanques de combustível, mas você não sabe ainda o porquê. As fotos na parede dão a entender que seja por causa de sua namorada. Na cena seguinte, se passando algumas semanas antes, ele está atacando e matando membros de diversas máfias pelo mundo. Após o fracasso na última missão, Wade foge. Chegando em casa encontra Vanessa, criando aquela cena super feliz com comemoração de aniversário de namoro, fazendo planos de ter filhos e tal. De repente a casa é acatacada e Deadpool não consegue impedir que Vanessa seja morta. (perdão pelo spoiller). É a partir daí que o filme começa.

Então arrasado, ele tenta se matar, mas seus pedaços são recolhidos pelo Colossus e levado para a mansão dos X-Men. Sua primeira missão como estagiário é conter um garoto gordinho está causando confusão. Ele cria uma certa empatia pelo garoto e tenta ajuda-lo, mas acaba preso junto com ele.
Cable surge, no melhor estilo Exterminador do Futuro. Vemos claramente que ele quer matar  Russel. Mas Deadpool o impede no primeiro momento. Afinal agora ele quer ser um herói. Então começa o recrutamento de integrantes para a X-Force. De início ele aceita todo mundo, porém, após o salto do avião, só sobrevivem ele e a Dominó.
Mesmo sendo mais um filme politicamente incorreto, tenta de forma debochada ser politicamente correto, como no momento em que os personagens estão no taxi do Dopinder e Deadpool acusa Cable de ser racista sem nenhum motivo, apenas pela piada.
Se Russell no futuro se tornará um vilão, Wade pede a Cable uma chance de tentar mudar o garoto. Mas para isso tem de impedir que ele mate o homem que judiava dele, ao mesmo tempo que lutam contra o Fanático.


Conclusão
Na minha opinião, o personagem é idiota? É. Mas está sendo fiel aos quadrinhos. E é exatamente isso que se espera dele. Muita gente vai assistir o filme e sair satisfeito, assim como muita gente vai detestar e uma dúzia de imbecis vai tentar "problematizar" o filme. Isso é entretenimento, não é pra ser levado a sério. O próprio filme é autozoativo, faz piada com a DC, com a Marvel, com o Ryan Reynolds, ou seja ninguém escapa. Inclusive torço para que o personagem apareça no próximo filme dos Vingadores!

sexta-feira, 24 de agosto de 2018

Sakamoto [Sakamoto Desu Ga?]

Saudações, ilustres visitantes!

Como eu adoro personagens que são perfeitos naquilo que fazem. Em Assassination Classroom temos Koro Sensei, o professor perfeito. Em Kuroshitsuji, tem o Sebastian, "um mordomo e tanto". E em Sakamoto Desu Ga? temos o Sakamoto. O aluno perfeito, mais que isso, ele é "cool, cooler, coolest". Não importa o quanto tentem armar pra ele, Sakamoto sempre sairá por cima e com classe.
O melhor de tudo isso é que ele não é um personagem arrogante, embora os gênios tenham direito de sê-lo. Já ouviu Yngwie Malmsteen? Dizem que o cara é um mala, mas ele é um gênio da guitarra. Então ele pode ser chato o quanto quiser.


O anime foi lançado em 2016 e possui apenas uma temporada com 13 episódios. Trata-se de uma comédia nonsense em ambiente escolar. Nada de clichês com personagens sonsas e peitudas saltando pela tela. Não espere uma trama com uma história a ser contada do começo ao fim. Cada episódio é composto por situações inusitadas envolvendo o personagem. Como duelar com uma abelha, ou permanecer sentado em uma cadeira imaginária quando alguém a puxa de repente.


Por aqui, o mangá foi lançado em 2017 pela editora Panini, completo em 4 volumes com o título "Quem é Sakamoto?". Não tive a oportunidade de ler, mas se alguém se interessar, ainda é possível encontrar as edições em lojas on line.
Referência ao Brasil: Sakamoto tomando café e batendo uma bolinha em pleno carnaval. 

Desenho que fiz do personagem.


Se caso você não queira gastar com mangá, ou não encontre os volumes, mas ainda assim tiver vontade em ler, é possível encontrar o mangá online. (Sim, este blog incentiva a pirataria, bem como a sonegação de impostos).

Esse foi um dos poucos animes que consegui assistir sem torcer pra acabar logo. Porque passou voando e nem percebi. Os problemas que surgem, os conflitos com os delinquentes, fazem com que Sakamoto aja de maneira que não pareça fazer sentido no primeiro momento. Mas logo o espectador se surpreende ao ver que ele pensou em tudo para dar uma solução. Trata-se da superação da violência através da elegância do personagem.

quarta-feira, 25 de julho de 2018

World Pop Festival 2018

Antes de tudo...
Desde o início do ano eu estava com a expectativa de ir ao Anime Friends. Como nos anos anteriores, iríamos de caravana organizada pelo meu amigo Elienai. Maaas... devido ao fato da nova organizadora do evento não estipular um preço estável para os ingressos das caravanas, subindo a cada lote, somados aos problemas de quase todo otaku ser pobre, nosso amigo achou por bem não organizar a caravana, já que poucos confirmariam o pagamento.

Conversa vai, conversa vem, surge o assunto de que a Yamato, criadora e organizadora (até o ano passado) do Anime Friends, após ter vendido a marca, estaria organizando um novo evento, o World Pop Festival. Com um ingresso mais barato, ou menos caro, foi proposta a idéia da caravana. Quatro dias antes de irmos, nosso amigo Elienai teve de cancelar, de novo por falta de quórum.

Meio decepcionado, decidi me aventurar pela capital, levando comigo as minhas sobrinhas. Bom, eu não poderia fazer isso sem o mínimo de planejamento. Pesquisei no Google Maps qual o metrô mais próximo da Vila Guilherme? - Carandiru e Santana. Santana soa melhor, vamos desembarcar em Santana. Mas o que fazer quando chegar lá? Aí fui obrigado a perguntar no grupo do WPF do Facebook qual ônibus pegar. Aliás, outras pessoas estavam com a mesma dúvida. Uma moça me respondeu Linha 271M-10 Parque Novo Mundo.


A ida e a chegada...
E lá fomos nós, subindo a serra cheia de nevoeiro neste domingão. A maior dificuldade mesmo era saber o ponto onde descer. Imaginei que mais gente iria ao evento e aí era só segui-los. Vi que tinha um casal no ônibus com uns apetrechos de cosplay na sacola, resolvi perguntar pra eles se sabiam onde ficava o Mart Center. Na verdade eles estavam tão perdidos quanto nós. Mas um outro passageiro também iria pra lá e tinha uma boa estratégia, ir olhando a numeração das placas. Descemos um ponto antes, mas ainda assim pertinho do local. Na entrada uma moça desistiu do evento me vendeu o ingresso dela.

Em seguida apareceu um cara meio suspeito oferecendo entrada pro evento por 50 reais. Pensei que seria ingresso mesmo, mas ele insistiu para que o seguíssemos pelos fundos do local. Já ficamos ressabiados. Fui sozinho com ele e perguntei dos ingressos, aí ele respondeu que não precisava, que era estandista e iria nos colocar dentro do evento. Lamentável! Eu disse obrigado, mas vou entrar pela porta da frente.

Primeiras impressões...
Estávamos com fome e fomos logo para a praça de alimentação ocupar umas cadeiras. Pelo que notei tinha só hambúrgueres, pasteis, pipocas e cachorro quente. Felizmente tínhamos levado nossa própria comida.
As primeiras impressões do evento não foram muito boas. O local parecia abandonado, como mato em volta, alguns banheiros estavam quebrados, as paredes sujas, iluminação precária. Imagino que tenham expulsado os mendigos um dia antes de iniciar o WPF, não sei.
Faltou um mapa para os visitantes localizarem os locais que desejariam ver. Havia um segurança na entrada, mas não houve revista. Se algum maluco resolvesse aprontar lá dentro só saberíamos depois de feito. Mas ao menos havia a presença de bombeiros.
Obs.: infelizmente não tirei fotos do evento.


Vamos ao que me interessa...
Haviam um número razoável de estandes, o meu foco eram HQs e Mangás. No primeiro barracão haviam dois, eu só olhei. No barracão dos fundos encontrei o estande da Comix, entrei e fiquei um tempão olhando a extensa variedade de produtos. Achei muita coisa que queria comprar e fui colocando na cestinha. Ao mesmo tempo que ia pesquisando os preços na internet fui devolvendo uma a uma. Os únicos produtos com desconto eram aqueles desconhecidos e encalhados, os demais estavam ou com preço de capa, ou preço inflacionado. Comix sendo Comix. Ao final levei apenas a coleção do mangá Green Blood, que estava o mesmo preço da Amazon. E algumas revistas não se encontram nas megastores: Capuz Vermelho e os Foragidos #2, Guardiões da Galáxia - O Domínio dos Reis e Deadpool Extra #4.


Outras impressões...
De tanto andar de um lado a outro comecei a ficar cansado. Sentei-me em uma das cadeiras em frente ao palco Ilustra, lá cheguei a assisti um pouco da palestra dos artistas presentes.
Recuperando as forças cheguei a assistir um pouco da luta livre que ocorria no ringue do outro lado. Como não tinha muita gente em volta deu pra ver tudo de perto. Os lutadores também interagiam com o público. Acho que foi o mais divertido até ali.
No palco do primeiro barracão, também ouve algumas apresentações de dança de Kpop, assisti por alguns minutos. Ainda que de longe, fui dar uma olhada no outro palco com a presença do Jiraiya. Bom pra quem curte, eu não sou muito fã porque não faz parte da minha memória afetiva.
Algumas integrantes do grupo Rania (se não me engano) foram vistas circulando pelo evento e tirando foto com os transeuntes.

Já eram 17 horas e pretendíamos voltar cedo para casa. Antes de irmos embora passei no beco dos artistas e por recomendação das minhas sobrinhas adquiri o trabalho do Raul Muradi, "Inconsequentes". Ele foi muito simpático. Até fez um desenho e autografou meu quadrinho. Olhem só:
Aqui temos uma história de ação e humor negro, onde o protagonista Tony é um motoqueiro fora da lei que arruma confusões sem prensar nas consequências. Ótimo material em capa cartão, papel offset, 84 páginas em preto e branco. Paguei $10,00.


Considerações finais...
Esta pode ter sido a primeira edição do World Pop Festival, mas vale ressaltar que não é o primeiro evento organizado pela Yamato. Ou seja, não era pra ser um evento tão avacalhado. Se a intenção era competir com o Anime Friends, vão ter que melhorar e muito para o próximo ano.
O evento em si não foi totalmente ruim. O ponto positivo é que havia atrações para todos os gostos, variedade de produtos para colecionadores. Outro problema relatado em reclamações no FaceBook foi a localização dos palcos e horário das atrações. Por exemplo, o palco de Kpop era ao lado do palco do Jiraiya, a luta livre era ao lado do palco principal, e assim por diante. Acontecendo no mesmo horário era óbvio que a atração de maior nome iria atrair mais público, deixando as demais com alguns gatos pingados. Espero que revejam esses erros para 2019, ou não terão a minha ilustre presença nele.

sábado, 7 de julho de 2018

Leituras de Junho

Saudações, ilustres visitantes!

Eu gostaria de ter lido mais neste mês, mas o clima chuvoso me fez perder um pouco a vontade. Pode parecer frescura, mas não me sinto bem lendo em tempos de umidades, simplesmente porque deixa as folhas das revistas onduladas.


Tom Sawyer - Não, não é sobre o livro "As Aventuras de Tom Sawyer", trata-se de um mangá. Está classificado como shoujo, mas de shoujo só tem os traços mal acabados onde os personagens se confundem com o cenário. Fora isso é uma história de férias de verão. Tudo começa quando Haru volta para cidade logo após a morte da mãe. Logo ela conhece um menino travesso, o Hiro e juntos vivem aventuras como brincar de piratas e investigar um assassinato. Ainda não tenho opinião formada sobre esse mangá. Talvez eu precise ler de novo.

Dr. Slump - vol. 6 - OIhe para o seu quarto... Se você acha que ninguém te supera em porquice e desorganização, lhe apresento a editora Panini! Que vem lançando mangás ruins e ainda inacabados com papel bom, e nos empurra este clássico em papel jornal... Vai entender. Neste volume temos personages novos, o diabinho que adora explodir coisas, e o rival do Dr. Sembe. Nota 9.

Fullmetal Alchemist - vol. 19 - De todos os mangás que estou lendo, FMA é o que possui a melhor história. Existe uma trama, você se surpreende com as revelação, há momentos divertidos e há momentos dramáticos. Neste volumes é mostrada a origem e o passado do Hohenheim e qual a sua relação com o pai dos homúnculos, explicando o porque dos dois serem parecidos. Enquanto isso, Kimbley e seus soldados continuam na captura de Scar, tendo a Winry se fingindo de refém para que o vilão não suspeite que os irmãos Elric os tenha ajudado. Tudo isso debaixo de muita neve e explosões alquímicas. Nota 9,5.

Justiceiro - Nº 7 - Eu precisava me atualizar um pouco sobre o personagem. Gostei de ver o Demolidor com um uniforme diferente. A história se inicia com o Matt Murdock mandando um prisioneiro para ser julgado em outro estado. O Justiceiro tenta matar o detento, mas aí é impedido pelo Demolidor. Aí acontece aquela velha discussão: um quer fazer justiça do jeito burocrático, prender e mandar para julgamento e o outro do jeito mais eficiente: um tiro na testa. E é isso, no final após perseguições de carros e troca de socos, sim vou contar o final! O Demolidor consegue fazer o bandido embarcar no avião para ser julgado. Nota 6,5.

Lanternas Verdes - Nº 14 - Continuando a edição passada... Os Lanternas Jessica e Simon continuam presos no passado e tentam treinar os "primeiros lanternas". Na segunda metade da revista, que é a história que realmente importa, Órion é perseguido por um golém. Este ser não desistirá até que ele esteja morto, para isso eles armam um plano arrojado junto dos lanternas. E na busca de ajuda a um dos novos deuses velocista, Hal Jordan mostra porque é o Maior Lanterna Verde de todos! Nota 8.

Disney Especial - Os Futebolistas - Já que estamos em clima de Copa do Mundo, nada mais conveniente do que passar na banca e comprar uma coletânea com histórias sobre futebol. Boa leitura para quem quer fugir da rotina dos mangás e HQs. Nota 7,5.